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Thursday 12 December 2019
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Sheilla e Juciely vão realizar sonho de jogar com Fernanda na final do Carioca

04/12/11 – Quando entrarem em quadra para a final do Campeonato Carioca 2011, nesta segunda-feira (5/11), às 20 horas, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, contra o Macaé, duas titulares da Unilever, que busca o nono título na competição, estarão realizando um sonho. Em quadra, a oposta Sheilla, campeão olímpica em Pequim (08), e a meio-de-rede Juciely, ambas integrantes da seleção brasileira, terão como levantadora a experiente Fernanda Venturini, com quem nunca jogaram na carreira. A decisão do Carioca terá transmissão ao vivo do canal SporTV e os ingressos serão vendidos a R$ 2,00 (preço único). A bilheteria abrirá às 18 horas, duas horas antes do início da partida.


"Jogar com a Fernanda sempre foi um sonho. Estou gostando bastante desse início dos treinamentos. Já deu para perceber que ela pega fácil o nosso estilo de jogo. É craque", comenta Sheilla. Para a oposta, o entrosamento do time, que começou a treinar completo no último dia 24 de novembro, com o retorno das jogadoras da seleção brasileira, virá com o decorrer dos jogos da Superliga. "Vamos pouco a pouco nos entrosando." A estreia da Unilever na competição nacional é sábado (10/12), contra o Sesi, no Maracanãzinho.

A meio-de rede Juciely, que foi convocada em 2011 para a seleção brasileira e defendeu o Brasil nas quatro últimas competições internacionais, achava que não teria mais chance de jogar com Fernanda, que estava longe das quadras havia quatro anos. "Sempre ouvi falar muito bem dela, de seu jogo veloz. A experiência e a visão de jogo que ela tem são incríveis", ressalta. Contra Macaé, Juciely, que jogou na cidade fluminense e tem um carinho grande pela torcida local, não espera facilidade. "Vamos cometer erros normais neste início de temporada, mas é preciso entrar concentradas para evitar surpresas", acrescenta.

A ponteira Natália, que também nunca jogou com Fernanda Venturini, terá de esperar um pouco mais. A jogadora, que se recupera de dores na canela esquerda, fez exames recentes e poderá voltar gradativamente aos treinamentos com bola. "Os exames da Natália indicam que ela está em fase final de recuperação da lesão na canela. Portanto, vai reiniciar os treinamentos para podermos avaliar sua resposta e vermos quando voltará a jogar. Não há previsão", explica o doutor Ney Pecegueiro, médico da equipe Unilever.

Na briga por mais um título

Veteranas na equipe Unilever, as ponteiras Régis e Amanda, que integram o time desde 2004, e Fabi, que chegou em 2005, vão em busca de mais um título carioca. Recordista de títulos estaduais – participou da conquista de sete dos oito da equipe -, Régis espera fazer uma boa partida. "Mais do que a conquista pessoal, quero ajudar a Unilever a garantir mais um troféu. O importante é respeitar o adversário e tentar impor o nosso jogo desde o início", diz Régis.

A líbero Fabi, que, assim como Amanda, busca o sétimo título carioca pela Unilever, está ansiosa pela estreia na temporada. "Não dá para negar que bate aquela vontade de ver logo o time em quadra, suando a camisa. É uma temporada recheada de novidades, com a volta da Fernanda e a vinda da Natália, que tem tudo para ser uma das protagonistas do vôlei nacional nos próximos anos. Estamos todas juntas em busca de objetivos comuns: primeiro, o título carioca; depois, o da Superliga. Acho que é uma expectativa nossa e de toda a torcida", comenta.

O assistente-técnico Hélio Griner, que está à frente do time no Campeonato Carioca enquanto Bernardinho permanece no comando da seleção masculina, poderá contar com o time completo na final do Carioca, à exceção de Natália. "As jogadoras da seleção retornaram de uma temporada desgastante, longa. É natural e compreensível que acabem rendendo um pouco abaixo do esperado", diz.

Quanto ao entrosamento do grupo, Hélio acredita que virá de forma gradual. "A Fernanda sempre tem sensibilidade para distribuir as bolas de que cada uma das jogadoras precisa. Isso é uma das suas qualidades". Sobre Macaé, adversário da final, Hélio acrescenta: "Como nós, é um time que joga pouco. No primeiro jogo, tiveram baixas por conta de contusões. Isso pesa. Assim como a Unilever, Macaé está buscando sua melhor formação", finaliza Griner, que soma em seu currículo de treinador os oito títulos estaduais pela Unilever e mais um pelo Fluminense, em 94. 
 



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