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Wednesday 28 October 2020
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Sollys/Nestlé vence clássico com a Unilever e garante primeiro lugar

 10/03/12 – No clássico que reuniu as equipes que disputaram as últimas sete decisões da Superliga feminina de vôlei, melhor para o Sollys/Nestlé (SP). Nesta sexta-feira (09.03), fora de casa, a equipe de Osasco venceu a Unilever (RJ), de virada, por 3 sets a 1 18-25, 25-22, 25-19 e 25-22, em 1h51 de jogo, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ). O resultado garantiu o Sollys/Nestlé na liderança da fase de classificação. A partida foi válida pela décima primeira rodada do returno.

Nas quartas de final, que serão disputadas numa série melhor de três partidas, o Sollys/Nestlé (1º ) enfrentará o BMG/São Bernardo (SP) (8º). Já a Unilever (2ª) jogará com o Mackenzie/Cia do Terno (MG) (7º). O Vôlei Futuro (SP) (3º) medirá forças com o Banana Boat/Praia Clube (MG) (6º) e a Usiminas/Minas (MG) (4º) duelará com o Sesi-SP (5º).

Na partida desta sexta-feira brilhou a estrela da ponteira Jaqueline, do Sollys/Nestlé, que foi eleita a melhor jogadora do confronto e levou para casa o Troféu VivaVôlei. A atacante ainda foi a maior pontuadora da equipe de Osasco, com 16 pontos (14 de ataque e dois de saque) Apesar da derrota, a Unilever teve a maior pontuadora do confronto, a oposto Sheilla, com 20 acertos (16 de ataque e quatro de saque).

O treinador do Sollys/Nestlé, Luizomar de Moura, parabenizou a equipe pela vitória e comentou a rivalidade existente entre os dois times.

“Tenho boas lembranças do Maracanãzinho, de quando era técnico da equipe do Flamengo. A Unilever tropeçou diante do Vôlei Futuro e tínhamos os nossos planos para essa partida. Foi um jogo de muitos erros das duas equipes, o que é normal pela grande rivalidade existente, mas conseguimos o nosso objetivo”, disse o treinador.

A levantadora Fabíola, da equipe de Osasco, comentou a atuação do Sollys/Nestlé ao longo do confronto. “Foi um jogo muito difícil. Viemos para a partida com o intuito de vencer para garantir o primeiro lugar na fase de classificação e conseguimos a nossa meta. No segundo set entramos na partida e o nosso bloqueio começou a funcionar”, explicou a jogadora, que já pensa no adversário das quartas de final.

“Nós jogamos muito contra o BMG/São Bernardo durante o Campeonato Paulista e será mais um jogo difícil. São duas equipes que se conhecem bastante. Temos que descansar e já estudar o time delas”, afirmou Fabíola.

Pelo lado da Unilever, a líbero Fabi lamentou as chances perdidas pela equipe carioca. "Vacilamos muito no segundo set quando abrimos vantagem de nove a três e não podíamos ter bobeado e permitido a virada. Precisamos ter olho de tigre diante de um time com essa qualidade. Agora vai começar a decisão de verdade. Esta é uma das melhores Superligas dos últimos tempos, com jogos muito equilibrados, grandes clássicos e ginásios lotados”, analisou a líbero. 

Desde 1997, Sollys/Nestlé e Unilever se enfrentaram 66 vezes em jogos válidos pela Superliga. Desses, 37 foram de vitórias para o time carioca, enquanto o paulista venceu 29 vezes.

O jogo

A Unilever começou melhor o jogo e abriu dois pontos (2/0), depois de um ace da ponteira Regiane. O Sollys/Nestlé cresceu na partida, mas o time carioca ainda tinha vantagem de um ponto no primeiro tempo técnico (8/7). Tandara conseguiu um ace, e a equipe de Osasco virou o placar (11/10). O técnico Bernardinho pediu tempo e o jogo seguiu disputado ponto a ponto. A aposto Sheilla conseguiu uma boa sequência de saques, e a Unilever abriu quatro (19/15). O time da casa seguiu dominado a parcial e fechou o primeiro set por 25/18.

O saque da ponteira Regiane incomodou a recepção do time de Osasco no inicio do segundo set, e a Unilever abriu dois (4/2). Com um bom bloqueio, o time da casa aumentou a vantagem para cinco na primeira parada técnica (8/3). O técnico Luizomar de Moura, do Sollys/Nestlé, fez duas substituições. Entraram Ivna e Karine e saíram Fabíola e Hooker. As substituições fizeram bem para a equipe de Osasco. Depois de quatro erros seguidos do time carioca, o Sollys/Nestlé encostou no placar (9/8). O confronto voltou a ficar equilibrado. O saque do time de Osasco passou a funcionar e o Sollys/Nestlé abriu três (21/18). Tandara cresceu no final da segunda parcial e as visitantes fecharam o segundo set por 25/22.

O terceiro set começou disputado ponto a ponto. Sheilla conseguiu um belo ponto de contra-ataque, e a equipe carioca abriu três pontos (11/8). Com bons saques e bloqueios, o Sollys/Nestlé virou o marcador e abriu quatro (18/14). A Unilever cometeu muitos erros no final da parcial e o Sollys/Nestlé venceu o set por 25/19.

O quarto set foi marcado pelo equilíbrio. O time da casa tinha a vantagem de um ponto na segunda parada técnica (16/15). O set seguiu indefinido até o final. A equipe de Osasco aproveitou o melhor momento na partida e venceu o set por 25/22 e o jogo por 3 sets a 1.




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