Search
Friday 4 December 2020
  • :
  • :

Técnicos fazem uma análise do início da Superliga B

(Foto: Giant Propaganda/ Divulgação)

Passada a primeira rodada da Superliga B 2013, os técnicos já começam a preparar seus times para a segunda. Dois times seguem invictos na competição, já outros, não conseguiram atingir o objetivo traçado. Depois de Atibaia (SP), no Grupo A, e São Caetano (SP), no Grupo B, terem recebido os primeiros grand prix, chegou a hora de São José dos Campos (SP) e Chapecó (SC).

Pelo Grupo A, o destaque ficou por conta do Alfa/Monte Cristo (GO), que venceu os três jogos que disputou, contra Brasil (RJ), Aprov/Unoesc/PMC (SC) e Climed/Atibaia (SP). O time de Goiânia lidera o grupo, com nove pontos. Em segundo, com seis, aparece o Climed/Atibaia. Aprov/Unoesc/PMC, com três, e Brasil sem pontos, completam a tabela.

No Grupo B, o Olympico/Mart Minas/Uptime também venceu os três jogos e lidera a chave, com nove pontos. São José dos Campos está em segundo, com seis, Foz, com dois pontos, ocupa a terceira colocação, e no final da tabela está São Caetano, com um único ponto.

 

Confira os depoimentos dos técnicos sobre a abertura da Superliga B 2013

Nilson Rex – Aprov/Unoesc/PMC (SC)

 

“Nossa primeira participação na Superliga B foi abaixo do esperado. O time estava sem jogar desde novembro, treinamos pouco e sentimos a falta de ritmo. Espero que na próxima etapa o time apresente outro padrão de jogo. Vamos crescer de produção, ainda mais quando jogarmos em casa. Todas as equipes são muito boas. Essa edição está mais forte que a primeira. Essa é a tendência, cada vez ficar mais disputada.”

 

Percy Oncken – Brasil (RJ)

 

“Tirando o primeiro jogo, que os meninos ficaram mais acanhados, jogamos bem. A tendência é o time evoluir e melhorar a cada jogo. Estamos no caminho certo. A competição conta com muitos jogadores experientes, que criam muitas dificuldades aos adversários. É uma competição muito interessante.”

 

Marcos Vinícius (Marcão) – Foz (PR)

 

“Nosso desempenho foi bom, dentro do esperado, e produtivo, apesar de termos vencido apenas uma partida. Vamos crescer ao longo do torneio. Nos falta ritmo e volume de jogo, mas vi coisas positivas, apesar do pouco tempo de treino. Vamos melhorar para a segunda etapa. O campeonato está num bom nível, tem equipes muito boas. É um campeonato forte.”

 

Leandro Dutra – Olympico/Mart Minas/Uptime (MG)

 

“Nosso time tem muito potencial. Treinamos muito bem e conseguimos botar em prática nessa primeira etapa. Evoluímos a cada jogo e tivemos consistência. O grupo está equilibrado, são três boas equipes. São José dos Campos é um time forte, conta com mais opções.”

 

Reinaldo Bacilieri – São José dos Campos (SP)

 

“Evolução é a palavra que define a nossa primeira etapa. Perdemos para o Olympico, que realmente jogou muito bem, mas nós não conseguimos mostrar o nosso melhor nessa partida. Nos outros dois jogos vencemos bem, evoluímos dentro da competição. O nível técnico apresentado pelas equipes foi bom para uma primeira etapa, mas vai ficar ainda melhor.”

 

Marcelo Paulinetti – Climed/Atibaia (SP)

 

“Nossa participação foi abaixo da esperada, as vitórias foram muito apertadas. Perdemos para o Alfa/Monte Cristo, que jogou melhor, mas nós não fomos bem. O campeonato está equilibrado, as equipes vão evoluir. A partir de agora, todas se conhecem e vão estudar umas as outras. Vai ganhar quem tiver num melhor dia.”

 

Márcio Marques (Marcinho) – São Caetano (SP)

 

“Podíamos ter ido melhor, mas tivemos um desfalque importante por contusão há uma semana. No primeiro jogo estivemos perto da vitória, perdemos no tie break. O nível da competição está muito bom. Destaco o Olympico, que está um patamar acima, mas isso vai ser igualado durante o torneio. Agora, todos se conhecem e a nossa estratégia passa a melhorar.”

 

Paulo Henrique – Alfa/Monte Cristo (GO)

 

“Minha equipe surpreendeu. O time terminou de ser formado no dia 11 de janeiro, tivemos muito pouco tempo de treino, mas a empolgação dos jogadores ajudou bastante. Estamos afim de mostrar que temos condições de aparecer no voleibol nacional. O nível técnico está bastante elevado, com equipes bem estruturadas e jogadores de potencial. Está mais forte que a primeira edição.”




Subscribe
Auto Notificar:
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Translate »
213
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x