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Thursday 22 October 2020
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Thiago Maciel, oposto brasileiro, fala sobre sua carreira no exterior e planos futuros

Crédito: Divulgação/Bento Vôlei

Crédito: Divulgação/Bento Vôlei

 

Thiago Maciel atuou durante a última temporada no voleibol argentino. De férias em Belo Horizonte, o oposto brasileiro conversou com o Melhor do Vôlei e revelou seus planos para o futuro.

 

MDV: Em quais clubes e países você já jogou?

Thiago: Eu comecei minha vida no vôlei no COPM, em BH, com o professor Tadeu, um grande homem e treinador de crianças. Depois rodei por São Caetano, Santo André, Portugal, Grécia, Turquia, França, Espanha, Minas Tênis Clube, On Line, Bento Gonçalves, Indonésia, Finlândia e na última temporada estive na Argentina.

 

MDV: Como foi sua experiência na Argentina?

Thiago: Minha temporada foi muito boa. Poderia ter sido perfeita se meu clube tivesse chegado mais em cima na tabela e se eu não tivesse sofrido uma lesão e jogado quatro partidas abaixo da media que estava tendo. Mas no contexto geral e individual foi muito satisfatória. Estive entre os três maiores pontuadores da Liga e fui o quarto melhor atacante da Copa. Ganhamos uma Copa no inicio da temporada em cima do campeão Bolivar. Resumindo, para um clube novo e com estrutura precária, foi uma experiência de muito aprendizado e bastante positiva.

 

MDV: Quais os planos para próxima temporada?

Thiago: Sinceramente, estou descansando e tocando outros projetos fora do vôlei. Estou esperando meu agente e Deus. Tenho o sonho de voltar a defender uma equipe daqui, mas também quero muito jogar em um time que dispute a Copa da Europa. Tenho curiosidade de conhecer mais culturas, como as do Oriente Médio. Mas enquanto não defino meu time, tenho me preparado fazendo Pilates, musculação e acompanhamento nutricional, pois o vôlei e uma incógnita e podemos fechar um contrato em uma semana ou em três meses.

 

MDV: Qual sonho você ainda não realizou no vôlei?

Thiago: Acho que os sonhos nos movem a seguir em frente. Mas se eu parar no vôlei hoje, digo que estou quase totalmente realizado. Claro que faltam alguns sonhos, como estar em quadra em uma final de Superliga e jogar uma Liga Europeia.

 

MDV: Qual é seu ídolo no vôlei?

Thiago: Aquela grande geração dos “Andrés“, Giba, Nalbert, Dante, Ricardinho, Henrique, Gustavo e Serginho. Acho que nunca vai existir no mundo uma seleção como aquela. Mas, da atualidade, meu ídolo é o Willian Arjona. O cara nunca foi um jogador badalado, ficou na Argentina por anos e conquistou todos os títulos existentes no vôlei atual. Acho a história dele sensacional. Também gosto muito do Serginho (líbero do Cruzeiro), um campeão que nunca vestiu a amarelinha, além do Filipe. Me espelho um pouco em cada um desses jogadores.

 

MDV: O que pretender ser depois do vôlei?

Thiago: É uma pergunta difícil, mas gosto de mexer com o público, comércio. Já venho traçando algumas coisas nesse ramo. Mas quem sabe seguir na carreira de técnico e ser um Marcelo Mendez, Fronckowiak, Bernadinho, entre outros fenômenos que temos no esporte.




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