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Wednesday 28 October 2020
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Título inédito e invicto para a Itália de Egonu

Crédito: Divulgação/FIVB

Crédito: Divulgação/FIVB

 

Paola Egonu tem 17 anos incompletos, 1,89m de altura, é ponteira, joga na Seleção Italiana, conquistou o Campeonato Mundial sub-18 do Peru e foi a melhor jogadora da competição. Não bastasse o título levantado no domingo, em Lima, a Itália volta para casa certa de ter em suas fileiras uma das grandes promessas do voleibol feminino.

 

Na final, a Itália venceu os EUA por 3 sets a 0, com parciais de 25-20, 25-18, 25-16, em apenas 1h05 de partida. Foi a sétima vitória da Itália em sete jogos na competição, com apenas dois sets perdidos. O ataque e o serviço da Azzurra levaram destacada vantagem na partida: foram 41 pontos a 25 nas cortadas e 13 aces a 4.

 

Enquanto a maior pontuadora norte-americana foi a ponteira Khalia Lanier, com nove anotações, três italianas mudaram dez ou mais vezes o marcador: a oposta Vittoria Piani fez dez pontos, a ponteira Guilia Melli, 12 – ambas conseguiram quatro aces na partida – e Paola Egonu marcou 18 pontos – 16 de ataque, dois de bloqueio. Isso, apesar de ter sido caçada pelo saque rival: dos 55 saques efetuados na partida, os EUA erraram quatro e dirigiram 25 contra Egonu.

 

“Estou muito emocionada. Não consegui dormir (na véspera da decisão) e vencer é uma experiência que eu nunca vou esquecer. O prêmio representa uma responsabilidade maior para mim, porque eu sei que tenho de continuar trabalhando, já que eu quero dar e alcançar mais do que conseguimos hoje”, disse Egonu. “Agora, vou para casa descansar e começar um novo estágio no Junior para, provavelmente, ir para o Mundial”, projetou a ponteira.

 

O mundial a que Egonu se refere é o sub-20, que será disputado em Porto Rico, de 11 a 19 de setembro.

 

Além de Itália e EUA, a Seleção Chinesa também volta para casa com uma medalha, a de bronze. A Turquia ficou na quarta posição.

 

O Brasil, eliminado nas oitavas de final, perdeu para o Japão no segundo jogo do torneio de consolação e acabou no 11º lugar, a pior posição de uma Seleção Brasileira sub-18 em toda a história dos mundiais – antes, o pior havia sido o sexto lugar em 2011, na Turquia. A campanha brasileira teve quatro vitórias, contra Japão, Cuba, México e Bélgica, e três derrotas, contra Itália, Turquia e Japão.




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Alan

Vamos abrir os olhos pessoal. As meninas de hoje só pensam em zap zap, facebook e essas coisas……..Véspera de Olimpíadas e uma notícia pessima dessas……temos que rever esses erros

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