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Wednesday 21 October 2020
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“Tivemos paciência”, analisa Zé Roberto sobre vitória contra o Japão

Todos sabiam que o show da partida anterior não se repetiria. E assim aconteceu. O Brasil precisou de outra estratégia e conseguiu com que ela desse certo. A paciência foi novamente a arma letal do time do técnico José Roberto Guimarães contra o Japão.

“Nossa recepção não foi das melhores hoje, mas tivemos paciência. O Japão tem uma precisão incrível para usar o bloqueio adversário. Elas estavam quebrando muito o ritmo e isso dificultou nossas ações. No entanto, a equipe soube se portar bem nos momentos decisivos”, analisou o treinador tricampeão olímpico, que ainda fez questão de elogiar a atuação da ponteira Gabi.

“Ao longo dos anos temos experimentado um time mesclado com jogadoras jovens e outras experientes. Tivemos o aparecimento da Gabi que veio nos ajudar muito. Ela é talentosa e tem a cabeça no lugar. Hoje, ela foi fundamental, principalmente nos momentos decisivos”, disse o técnico sobre a sua maior pontuador, com 19 pontos.

Gabi também comentou sobre o jogo e já se mostra, mesmo em seu primeiro ano de seleção principal, em sintonia no discurso do time. “O segredo do confronto de hoje foi paciência. As japonesas têm muito volume de jogo. O Zé Roberto nos avisou que a partida seria disputada ponto a ponto e que precisaríamos de tranquilidade. E foi isso o que aconteceu. Conseguimos a vitória porque soubemos nos manter tranquilas”.

Sheilla, que teve papel importante entrando no decorrer do jogo, ficou contente com o resultado e a liderança do torneio. “Sabíamos que seria um jogo de paciência. O Japão defende muito. É um time chato de se enfrentar. Conseguimos crescer durante a partida. É importante já termos seis pontos em um campeonato de pontos corridos”.

A Itália é o próximo desafio do Brasil e José Roberto Guimarães já canta a nova estratégia: sacar bem. “A Itália apesar de ter duas derrotas é sempre um adversário perigoso. Elas têm duas excelentes atacantes de ponta, a Sorokaite e a Costagrande, além de uma oposto com quase dois metros, a Diouf. As italianas estão sentindo a falta das meios que estão jogando pouco. Temos que marcar bem as bolas de ponta e os ataques da Diouf. Para isso, vamos precisar sacar bem”, finalizou José Roberto Guimarães.




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