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Wednesday 27 January 2021
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Unilever Vôlei usará experiência para tentar chegar ao nono título da Superliga

Ser a equipe mais vitoriosa do voleibol brasileiro, presente nas últimas nove finais da Superliga, já credenciaria o Unilever Vôlei a mais um título. No entanto, para a final deste domingo (27/04), marcada para às 10h, diante do Sesi, no Maracanãzinho, o sentimento de todos no time carioca continua sendo o de superação. Desacreditada por muitos nesta temporada, em decorrência das derrotas que teve na fase de classificação da competição, a equipe comandada por Bernardinho mantém os pés no chão e, apesar de jogar em casa, sabe que precisará suar muito para conquistar mais um troféu.

À frente do projeto Unilever Vôlei, Bernardinho é um veterano de finais. Estará pela 13ª vez na luta pelo título da Superliga em 14 temporadas que esteve comandando a equipe, na beira da quadra. Mas nem o fato de ser um ‘papa-títulos’ fez sumir a eterna preocupação com a qualidade do adversário, favorito, segundo ele.

“Numa final como essa, não tem como fazer previsões. Enfrentamos o Sesi três vezes nesta temporada e perdemos em duas ocasiões. Uma na Copa Brasil, em Maringá, e outra aqui, no Maracanãzinho. Além disso, o Sesi fez uma campanha impressionante no segundo turno e confirmou sua boa fase eliminando o time que todos diziam ser o favorito deste ano, que estava invicto. Se fosse apontar um favorito, apontaria o Sesi. Mas estamos trabalhando forte, nos preparando para dar nosso melhor e, assim, brigar pelo título”, analisou Bernardinho.

Outro ícone do Unilever Vôlei, Fabi, que tem nove finais e seis títulos no currículo, esclareceu a opinião de Bernardinho. Além de elogiar o ‘chefe’, a bicampeã olímpica lembrou que o respeito não estará presente apenas do lado carioca.

“Respeitamos muito o Sesi, mas vamos entrar em quadra para buscar o título. O Unilever Vôlei tem uma história bonita, de muito trabalho, e não chegamos a décima final seguida à toa. Nosso treinador é eternamente insatisfeito e essa cobrança nos faz evoluir. Treinamos muito forte todos esses dias e temos a nossa união como um ponto positivo. Jogamos com muito coração e sempre dispostas a ajudar nossas companheiras”, afirmou Fabi.

O coração, movido aos gritos do comandante Bernardinho, também foi um fator exaltado por Fofão. Experiente, a levantadora sabe que numa final isso pode fazer a diferença.

“O título será decidido numa só partida. Nos preparamos muito para esse jogo e demos um foco também no lado psicológico. Nos preparamos para chegar em quadra e dar o melhor, mas temos que lembrar sempre que não tem outro jogo para recuperarmos. Temos que usar o coração para superar as falhas na mesma hora”, disse Fofão, lembrando que o lado psicológico é o ponto alto do Sesi.

“O Sesi chega nesta decisão com a confiança em alta. Elas mudaram a cara do time totalmente com relação ao primeiro turno da Superliga. Temos que ter atenção à essa crescente. O fato de jogarmos em casa, de termos muitas finais no currículo, também tira um pouco da pressão delas. Sem dúvida, jogarão soltas e temos que neutralizar isso indo para cima, transferindo a pressão para o outro lado. Contamos com a torcida para nos apoiar mais uma vez”, finalizou a levantadora.




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