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Monday 21 September 2020
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Valendo vaga na final, Sesi-SP quer jogar a pressão do resultado para o Brasil Kirin

Foto: Divulgação

O time de vôlei masculino do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) já tem a receita para sair com a vitória do ginásio do Taquaral nesta quinta-feira (16/10), quando enfrentará o Brasil Kirin Vôlei pela segunda partida da semifinal do Campeonato Paulista 2014. Com a vitória no primeiro jogo por 3 sets a 1 (25/23, 20/25, 30/28 e 25/18), o time da Vila Leopoldina pretende utilizar as principais armas do adversário para vencer e ficar com a vaga na final. 

Com a certeza de um ginásio lotado e como o Brasil Kirin precisa vencer duas vezes na mesma partida para ficar com a vaga (em caso de vitória campineira no jogo, um golden set de 25 pontos será disputado para definir o finalista), o Sesi-SP sabe que o time da casa terá que forçar o jogo e arriscar mais, o que pode provocar mais erros, e jogar a pressão da torcida contra os jogadores. É o que diz Lucão, para quem a partida será bem mais difícil do que a da última sexta-feira (10/10).  

“Fizemos uma partida boa, pelo tempo que o time esteve junto. Vai ser mais difícil, mas para eles será pior, pois precisam vencer o jogo e depois vencer mais um set. Claro que a torcida sempre enche o ginásio e faz muito barulho, mas nosso histórico, pelo menos desde que estou aqui no Sesi, é favorável, então acredito que não será como aqui”, diz o central.

“Será uma pedreira bem maior. Temos que minimizar o máximo de erros possíveis e jogar a responsabilidade para que eles tenham que decidir e arriscar. Se eles devolverem a bola, a gente sai com vantagem”.

A possibilidade de disputar mais um set de 25 pontos para desempatar o jogo não passa pela cabeça da equipe. Marcelinho prefere nem mencionar o assunto, focando apenas no jogo. Para o capitão, o time só pensará no golden set quando e se chegar a ele.

“Tem que entrar e jogar, tentando melhorar o que fizemos de ruim no jogo e no final a gente vê o resultado. Ainda precisa passar um jogo inteiro antes de ver se precisa jogar mais um set. Estamos muito bem preparados fisicamente para jogar, e o pensamento é esse. Entrar e melhorar da última partida. O Sesi-SP tem uma equipe muito forte. O Campinas também é muito forte. Não tem favorito. Temos que usar nossas armas para sair de lá com a vitória”.

Na última partida, o Sesi-SP apresentou uma postura bem agressiva e se impôs em quadra, quebrando a sequência de derrotas para o rival. A atuação da equipe agradou ao técnico Marcos Pacheco, mas ainda não foi suficiente. Para o treinador, a da próxima quinta-feira tem tudo para ser melhor, com um time mais entrosado e preparado.

“Não tenho dúvida de que nosso time estará melhor em Campinas do que aqui. Porque é um time que ainda está em formação – como time, não com os jogadores. E cada momento que nós passarmos e cada jogo que tivermos dificuldade, como tivemos na Vila Leopoldina, o time vai subir um degrau. Como time, não tenho dúvida de que estaremos melhor do que aqui. O Brasil Kirin terá que ser agressivo e ir pro risco. Precisamos administrar isso, segurar o jogo e também sermos agressivos com eficiência. Eles terão momentos bons e temos que segurar e superar”.

Caso se classifique para a final, o Sesi-SP enfrentará o vencedor do confronto entre São José dos Campos e Funvic Taubaté. A primeira partida da final está marcada para o dia 20/10 e a segunda para 25/10.




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