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Monday 28 September 2020
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Vigésima primeira edição da Superliga é lançada em São Paulo

Divulgação/CBV

Serão 25 times de seis estados diferentes, além do Distrito Federal. Todos iniciam a disputa da Superliga de vôlei 2014/15 com um mesmo objetivo: chegar à conquista do título. Serão apenas dois no degrau mais alto do pódio – um no masculino e outro no feminino. Até lá, as equipes irão proporcionar muitos jogos e entretenimento para a torcida brasileira. Os atuais campeões, Sada Cruzeiro (MG) e Rexona-Ades (RJ), chegam mais uma vez como fortes candidatos, mas terão grandes adversários pela frente.

Na competição masculina, participarão, além do time mineiro, o Sesi-SP, Brasil Kirin (SP), Minas Tênis Clube (MG), Vôlei Canoas (RS), São Bernardo Vôlei (SP), Ziober Maringá (PR), UFJF (MG), Taubaté/Funvic (SP), Montes Claros Vôlei (MG), São José Vôlei (SP) e Voleisul/Paquetá Esportes (RS).

Na Superliga feminina, estarão na disputa, além da equipe do Rio de Janeiro, o Sesi-SP, Molico/Nestlé (SP), Dentil/Praia Clube (MG), E.C. Pinheiros (SP), São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP), Brasília Vôlei (DF), São Bernardo Vôlei (SP), Uniara/Afav (SP), Camponesa/Minas (MG), Rio do Sul/Equibrasil (SC), Maranhão/Cemar (MA) e São José dos Campos (SP).

Entre os atletas que estiveram em São Paulo, alguns deram suas opiniões sobre a competição que começa no próximo sábado. O central do Canoas Vôlei (RS), Gustavo, destacou a volta do vôlei no Rio Grande do Sul. “A expectativa é altíssima, já que teremos equipes de nível muito forte. Eu diria que estamos em um pelotão do meio. Para brigar por essas três ou quatro vagas além dos favoritos. O nosso projeto começou o resgate do vôlei gaúcho, e agora temos o Voleisul/Paquetá Esportes, de Novo Hamburgo. O mais importante é retomar as grandes equipes do voleibol gaúcho”, disse Gustavo.

A ponteira do Dentil/Praia Clube (MG), Sassá, está de volta à Superliga depois de uma temporada na Polônia. “Estou muito feliz de voltar a jogar no Brasil e esta é a primeira vez na minha carreira que eu jogo por um time de Minas Gerais, meu estado natal. Nosso campeonato, com certeza, é um dos melhores do mundo. É uma competição que me faz crescer profissionalmente”, analisou Sassá.

O técnico do Ziober Maringá (PR), Horacio Dileo, também esteve em São Paulo nesta terça e destacou a evolução da equipe paranaense. “O nosso time está amadurecendo. Estamos trabalhando muito bem, com muita seriedade. Jogamos apenas alguns amistosos, vamos atingir um ritmo de jogo ao longo das rodadas. A Superliga é um campeonato muito difícil, não dá para olhar na tabela e dizer que vai ganhar este ou aquele time”, comentou Dielo.

A central do Molico/Nestlé (SP), Thaisa, falou sobre a chegada da levantadora Dani Lins ao time de Osasco (SP). “Como sempre, a Superliga será muito equilibrada. Eu espero que melhore a cada ano. Tivemos uma troca de levantadora, mas o nível foi mantido. Tenho um ótimo entrosamento com a Dani Lins”, destacou Thaísa.

Análise de levantadores

Considerados os cérebros dos times, os levantadores são responsáveis pela criação das jogadas e a definição pelo atacante que vai buscar o ponto para o seu time. Craques da posição participaram da festa de lançamento da Superliga e falaram sobre a expectativa para a importante competição.

O levantador do Sesi-SP, Marcelinho, ressaltou o equilíbrio do campeonato. “Esperamos fazer uma temporada muito boa. A equipe do Sesi-SP é muito forte e tem grandes jogadores. Outros times também se reforçaram, o que vai deixar o campeonato muito equilibrado, e vamos brigar para estar no topo da tabela”, disse Marcelinho.

Levantador do Brasil Kirin (SP), Sandro chega para o time de Campinas (SP) nesta temporada e espera bons resultados. “Essa vai ser mais uma Superliga muito equilibrada, onde teremos várias equipes com chances de brigar pelo título. O Brasil Kirin vem muito forte e está bem entrosado, além de contar com peças importantes. Esperamos fazer uma boa campanha e chegar às finais”, comentou Sandro.

Atual campeão da Superliga, William, também fez questão de destacar o alto nível da competição nacional. “A Superliga é sempre difícil, a cada ano está mais difícil. Esse ano tem o time do Taubaté reforçado, o Sesi-SP, que manteve uma base forte. São vários favoritos, acho que está todo mundo no mesmo nível e espero que algumas coisas façam a diferença como fizeram no último ano, principalmente o nosso entrosamento”, disse William.

De volta a Superliga depois de 10 anos no exterior, o levantador do Taubaté/Funvic, Raphael, elogiou a competição. “É muito bacana estar de volta. Estamos fazendo um trabalho sério e responsável e estou muito feliz de reencontrar amigos e participar de um dos campeonatos mais fortes do mundo. E voltar ao Brasil disputando campeonatos por uma equipe competitiva é melhor ainda. Acho que nosso time está crescendo e está no caminho certo”, comentou Raphael.

Experiência e novatas

A Superliga contará, como sempre, com nomes conhecidos da torcida brasileira e algumas novidades que estão sendo apresentadas. Um dos pontos experientes fica por conta da central do Sesi-SP, Fabiana. “Este ano continuamos firmes e fortes, nos dedicando em cada treinamento. Buscando chegar em todas as finais e ao tão sonhado título. Comecei a treinar agora depois de voltar da seleção. Tivemos a chegada de novas peças, mas o time continua muito competitivo”, declarou Fabiana.

Entre os novos nomes, a líbero do Pinheiros (SP), Léia, vem se destacando, especialmente após integrar a seleção brasileira no Campeonato Mundial. “Acho que a experiência que eu tive com a seleção foi muito boa e vai acrescentar bastante para esta temporada. Terei muito mais segurança em quadra e sei que vamos dar muito trabalho para os adversários”, disse Léia.

Outra jogadora experiente na disputa da Superliga é a ponteira Paula Pequeno, que espera que seu time, Brasília Vôlei (DF), consiga bons resultados. “A nossa grande expectativa é melhorar nossa posição em relação à temporada passada. Sabemos que o projeto é recente, apesar de já estar consolidado. Temos muito carinho com o projeto, eu particularmente tenho um apreço ainda maior por ser de Brasília. Vamos lutar para ter uma grande campanha nesta Superliga”, garantiu Paula Pequeno.

A oposto Neneca, do Rio do Sul/Equibrasil (SC), lembrou o fato de estrear contra o atual campeão da Superliga. “A equipe de Rio do Sul é um grupo muito bom e esperamos fazer uma boa temporada. Tive uma boa experiência na Superliga passada e estou de volta ao time catarinense. Teremos pela frente uma pedreira logo na primeira partida, contra o Rexona-Ades (RJ), vamos estrear contra as campeãs e fora de casa, mas vamos entrar com muita alegria que é a cara do nosso time”, disse Neneca.

Jogos de abertura

Minas Tênis e UFJF, no masculino, e Rexona-Ades e Rio do Sul/Equibrasil, no feminino, serão as atrações dos jogos de abertura da Superliga 14/15. O primeiro confronto da competição será o clássico mineiro, que vai acontecer no próximo sábado (25/10), às 17h, a Arena Minas, em Belo Horizonte (MG). Depois, no dia 7 de novembro, o time carioca receberá o catarinense às 21h30, no ginásio do Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ), com transmissão do SporTV.




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