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Thursday 24 September 2020
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Vôlei Amil busca vitória em Osasco para se manter vivo na luta pelo título Paulista

Foto: Felipe Christ/Amil

 

Vencer ou vencer. Este é o mantra do Vôlei Amil para o jogo contra o Sollys/Nestlé nesta quarta-feira (7), a partir das 20h30, no ginásio José Liberatti, em Osasco. O confronto será o segundo do playoff final do Campeonato Paulista Feminino e a equipe do técnico Zé Roberto precisa do resultado positivo para provocar o terceiro e decisivo duelo, marcado para domingo, pelo título estadual. Jogadoras e comissão técnica prometem muita garra para empatar a série em 1 a 1. A partida desta quarta-feira novamente terá transmissão ao vivo do canal Sportv 2.
 

Mesmo após ser superado no jogo de abertura das finais por 3 sets a 0 em Campinas, o Vôlei Amil não se abateu e segue determinado para derrotar o adversário considerado favorito dentro de sua casa. “Somos um time novo. Estamos em nosso primeiro ano,quando tudo tem que ser construído, principalmente o entrosamento dentro de quadra. Evoluímos muito desde o início, tanto que chegamos à disputa do título. Porém, altos e baixos ainda acontecem. No primeiro jogo da final elas não conseguiram mostrar tudo que estão fazendo nos treinos. E elas realmente estão treinando muito bem e foi isso que eu disse a elas, que elas têm condições de jogar muito melhor em todos os fundamentos. É isso que eu espero, que o time jogue bem, que mostre sua evolução. O Sollys é a base da Seleção Brasileira, mas nós vamos brigar para aproveitar essa chance que ainda temos”, garante Zé Roberto.
 

Além de ser um projeto recém-nascido, o Vôlei Amil une jogadoras experientes com jovens talentos da modalidade. Representantes de duas gerações, Walewska e Pri Daroit têm o discurso afiado e similar quando se trata em lutar com o corpo e com a alma pelo primeiro título da nova equipe de Campinas. “Jogamos mal taticamente no domingo. Faltou um pouco de concentração, pois não é possível ter estudado tanto o time deles, treinado tanto e não conseguir transmitir isso em quadra. Agora é focar tudo para a segunda partida. Sabemos o que fazer e desta vez temos de passar para o jogo tudo que a gente trabalhou”, afirma a capitã Walewska.

Treze anos mais jovem, Pri Daroit engrossa o coro juntamente com a central campeã olímpica em Pequim/2008. “Todo mundo saiu de quadra após o primeiro jogo da final com o sentimento que poderia ter feito algo a mais. A gente conversou e estamos bem focadas a entrar com tudo para buscar a vitória. Temos plenas condições de vencer. Sabemos que vai ser difícil lá, mas vamos com tudo. Elas podem ser favoritas, mas se ganha na bola e nossa equipe está motivada. Temos que ir para cima, porque não adianta ficar cabisbaixo, tem que virar a página, ver o que foi bom, o que foi ruim, tirar a lição disso e bola pra frente”, diz a ponteira de 20 anos.
 

Ainda sem as ponteiras Soninha, em fase final de recuperação de cirurgia na cervical, e Vasileva, que só estreia na Superliga em função dos trâmites de documentação da Federação Internacional, o técnico Zé Roberto manterá o time com a levantadora Fernandinha, a oposto Daymi Ramirez, as centrais Walewska e Natasha, as ponteiras Pri Daroit e Ju Nogueira e a líbero Suelen. A meio de rede Renata, que foi bastante utilizada no primeiro jogo da final contra o Sollys, também mostra confiança em uma boa apresentação da Amil. “Estamos treinando muito forte só visando a decisão desde que passamos pelo Sesi, na semifinal. E temos que seguir assim, focadas em nosso objetivo, que é a vitória”, completa.

Walewska quer jogadoras unidas nessa final. “Esse é um time muito consciente. A gente saiu muito triste da primeira partida da final por não ter feito nada do que treinamos, mas a gente conversou sobre o que poderia ter acontecido e estamos bem e unidas. E agora vamos buscar mais.”

 

 




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