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Wednesday 23 September 2020
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Vôlei Amil intensifica treinos para maratona da temporada

Foto: Felipe Christ/Vôlei Amil

O Vôlei Amil se prepara para encarar uma verdadeira maratona entre o final de setembro e todo o mês de outubro. Serão 12 jogos em 35 dias, uma média aproximada de uma partida a cada três dias. Isso sem contar a disputa de dois campeonatos diferentes simultaneamente: Superliga e Paulista. Para suportar o desafio, as atletas da equipe de Campinas aproveitam este período pré-competição para se dedicar a um pesado treinamento de musculação, além de muito trabalho técnico e tático dentro de quadra.

A estreia no Campeonato Paulista será dia 27 de setembro, na Arena Amil, diante do Uniara/AFAV. Seis dias depois é a vez de iniciar a jornada em busca do título da Superliga. Dia 4 de outubro, o time de Campinas vai até São Bernardo para enfrentar as donas da casa. Entre os dois compromissos, há uma partida contra o mesmo São Bernardo, dia 1 de outubro, no ginásio campineiro. A maratona do Vôlei Amil inclui ainda uma viagem de quase 1.500 quilômetros (ida e volta), até a cidade Rio do Sul, em Santa Catarina, pela terceira rodada do nacional, dia 22/10.

Para o assistente técnico Cláudio Pinheiro, o Claudinho, que comanda o Vôlei Amil enquanto Zé Roberto está com a Seleção Brasileira no Sul-Americano, o grande problema deste calendário apertado é um eventual comprometimento de aspectos qualitativos dos treinamentos. “No vôlei não há como deixar a parte técnica de lado para ficar só pensando em montar o time para jogar, porque, assim, você começa a perder o foco, que deve ser sempre melhorar a parte técnica, pois é isso que vai influenciar positivamente na parte tática ao longo de toda a temporada. Afinal, fazemos um planejamento global visando chegar bem em todos os aspectos nas fases decisivas dos principais torneios que disputaremos”, avalia.

“O calendário ficou complicado nesse início e o problema é nos adaptarmos a duas bolas diferentes ao mesmo tempo. Eu sinto bastante a diferença de oscilação nas trajetórias de cada uma. Mas tudo é adaptação. A partir do momento que a gente se acostumar, acredito que tudo vai sair mais fácil”, diz Tandara, lembrando que uma das dificuldades é o fato das competições terem fabricantes de bolas diferentes. Para isso, Claudinho está alternando nos treinamentos. Um dia as atletas trabalham com a bola da Superliga e no outro com a do Paulista. “Quando começarem as disputas, devemos treinar dois dias antes de cada jogo com o modelo respectivo. Vamos buscar a melhor adaptação para as atletas, porque a discrepância é gritante. Por exemplo, uma absorve mais o suor que a outra, o que gera uma alteração no peso, que, por sua vez, influencia diretamente no impacto”, destaca o assistente.




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