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Saturday 28 November 2020
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Vôlei Amil não quer saber de azar na sexta-feira 13‏

Foto: Felipe Christ/Vôlei Amil

Sexta-feira 13 é daqueles dias em que muita gente, se pudesse, nem sairia da cama por pura superstição. Para o Vôlei Amil, a filosofia é não dar sopa para o azar diante do Maranhão Vôlei, em Campinas, a partir das 19h30. O adversário é o lanterna da Superliga e a equipe do técnico Zé Roberto promete entrar em quadra disposta a fazer bonito na partida que marca a despedida de sua torcida em 2013. As duas próximas rodadas reservam compromissos fora de casa (Unilever, no Rio, dia 17: e Uniara, em Araraquara, dia 20) e Tandara, Walewska, Natália e cia. só voltam a atuar na Arena Amil no próximo ano, dia 7 de janeiro, tendo o Brasília Vôlei como adversário.

Terceiro colocado da Superliga, o Vôlei Amil busca a oitava vitória na décima rodada, enquanto o Maranhão, último colocado na tabela, ganhou apenas uma das nove partidas que disputou até agora. Apesar do favoritismo natural de sua equipe, especialmente em relação ao retrospecto, o técnico Zé Roberto adota a tradicional postura de extrema seriedade e de respeito ao adversário. “Não existe adversário fácil em uma competição disputada como a Superliga. Somos uma equipe ainda em construção e que tem treinado muito em busca de seu melhor vôlei. Temos muito a evoluir, especialmente no sistema defensivo, para seguir pleiteando o direito de lutar pelo título da Superliga”, afirma o tricampeão olímpico.

Mais uma vez, as atletas e a comissão técnica esperam contar com o apoio de sua apaixonada torcida. “A força que os nossos torcedores passam, a energia positiva, sempre é um diferencial de jogar na Arena Amil”, afirma a central e capitã Walewska. 

Tandara reconhece a condição de favorito do Vôlei Amil, mas entende que isso não pode se tornar um peso. “Não podemos deixar essa responsabilidade atrapalhar. Elas tentarão jogar a responsabilidade toda sobre nós e não vamos permitir que isso atrapalhe. Temos que ter a cabeça bem fria para impor o nosso vôlei e conquistar os três pontos”, diz a ponteira, que completa. “E não podemos dar moleza, pois o Maranhão não é um time bobo. É ir para cima, encaixar nosso jogo e não deixar que elas cresçam.”

Natália não espera uma partida tranquila na Arena Amil. “Esperamos um jogo difícil como todos os outros. Na Superliga não tem time bobo. Como o Maranhão, em teoria, entram em quadra sem responsabilidade, virão com tudo no ataque e tentando forçar o saque. A gente vai ter que se concentrar bastante, tentar passar melhor que na rodada passada (derrota para o Molico/Osasco por 3 sets a 2) e também tentar jogar mais com nosso bloqueio e defesa”, avalia a ponteira.

 




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