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Thursday 29 October 2020
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Vôlei Bauru/Concilig chega ao título inédito e à primeira divisão da Superliga

Crédito: Alexandre Arruda/CBV

Crédito: Alexandre Arruda/CBV

 

A Superliga B Feminina 2015 terminou com um coro de mais de duas mil vozes gritando “É campeão!” em uníssono. A torcida que lotou o ginásio Panela de Pressão, em Bauru (SP), neste domingo (29/03), viu o time da casa, Vôlei Bauru/Concilig (SP), derrotar a Sogipa/Capemisa (RS) por 3 sets a 0 (25/20, 25/18 e 25/20) em 1h34 de partida. Além do título inédito, o time paulista garantiu vaga na temporada 2015/2016 na elite da modalidade.

 

Aproveitando a instabilidade do passe adversário o Vôlei Bauru/Concilig impôs o ritmo do jogo desde o começo. Contando com atletas experientes como a ponteira Soninha e a levantadora Camila Adão, as donas da casa estiveram na frente do placar na maior parte do jogo. A pressão vinda das arquibancadas desestabilizou o jovem time gaúcho que cometeu muitos erros, principalmente no passe.

 

O técnico Chico dos Santos, do time do interior de São Paulo, não parava um minuto ao lado da quadra instruindo as comandadas e praticamente jogando juntos. Para o treinador a torcida foi mais um jogador e teve papel fundamental na conquista.

 

“A torcida foi nota mil, ajudou muito, principalmente nos momentos de dificuldade. Eu tive várias maneiras de trabalhar com elas. No começo da temporada eu peguei muito no pé delas e nessa fase final eu joguei junto com elas”, comentou emocionado o treinador ao fim da partida.

 

A capitã do Vôlei Bauru, a levantadora Camila Adão, distribuiu bem as jogadas dificultando o trabalho do bloqueio gaúcho. Ela, que tem passagem pela seleção brasileira e grandes clubes, conta como é a emoção de um título dentro de casa com as arquibancadas cheias.

 

“Hoje foi um dia que tivemos que controlar a ansiedade. Batalhamos muito por este título, sofremos uma derrota para o time de Valinhos que não esperávamos. Demos a volta por cima, ficamos mais unidas. O jogo de hoje não foi nossa melhor apresentação, mas conseguimos contornar as adversidades e impor nosso ritmo com bom saque e boa distribuição de jogadas. Eu já joguei seis finais de Superliga e venci três. A emoção e o frio na barriga são os mesmos. Nós queríamos este título, independente se era série A ou B. Final é final!”, declarou a levantadora.




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Fabio Carvalho

Torci muito pelo Bauru pois investiu muito na temporada e merecia a vaga na Superliga. Vamos ver se mantém o investimento e faz uma Superliga forte como já faz o time masculino de basquete.

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