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Tuesday 22 September 2020
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Vôlei Nestlé vence Bauru e está na final do Paulista

Time enfrentará o Hinode Barueri na final. (Foto: João Neto / Fotojump)

O Vôlei Nestlé é finalista do Campeonato Paulista 2017. Na manhã deste sábado (7), no ginásio José Liberatti, a equipe de Osasco venceu Bauru por 3 sets a 1, parciais de 25/21, 25/22, 19/25 e 25/19, em 1h48min, e está mais perto do sexto título estadual consecutivo. A classificação veio em grande estilo, com show de Tandara, que marcou 29 pontos, e ampliou para 23 partidas a invencibilidade do Vôlei Nestlé em seu ginásio. A decisão será contra o Hinode Barueri, que eliminou o Pinheiros na sexta-feira (6). O primeiro duelo da final será na segunda-feira (9), a partir das 21h30, na casa do adversário.

Feliz com a classificação do Vôlei Nestlé para mais uma decisão, Tandara lembrou que este ainda é um time em formação. “Temos um elenco renovado em relação à temporada passada e estamos nos conhecendo enquanto time. Joguei com a Maria Paraíba antes, por exemplo. Agora voltamos a atuar juntas e precisamos de tempo, treinos e jogos para atingir o entrosamento ideal. É natural. Até por isso e pelo pouco tempo de trabalho, chegar à final é um feito muito importante para nós. Ainda cometemos muitos erros contra Bauru, mas o importante é a vaga para a decisão. Agora vamos com tudo em busca do nosso sexto título”, disse a ponteira.

Spencer Lee também valorizou o resultado. “O mais importante é a classificação para mais uma decisão de Campeonato Paulista. Ainda precisamos melhorar muita coisa, mas a vitória veio pela força e vontade desse grupo. Não repetimos a boa atuação no saque e no passe que tivemos no primeiro jogo da semifinal, em Bauru, e caímos um pouco no sistema ofensivo, tanto que sofremos para derrubar a bola em alguns momentos. Mas o fundamental é que na hora de ganhar, o time cresceu, fez 3 sets a 1 e fechou a série em duas partidas. Agora é pensar na final”, avaliou o treinador, que comanda a equipe enquanto Luizomar de Moura está à frente da seleção do Peru.

O jogo – O Vôlei Nestlé teve paciência para controlar o jogo no início e segurar o ímpeto de Bauru. Empatou no 5/5 com um bloqueio de Bia e passou a comandar o placar. Nos momentos em que o adversário encostou, Spencer Lee pediu tempo e manteve seu time concentrado Do outro lado, as bauruenses abusaram dos erros de saque. Com Tandara – maior pontuadora da parcial, com seis acertos – e Nati Martins firme na rede, as donas da casa seguiram impondo seu ritmo até que Bia, em mais um bloqueio, fechou em 25/21, após 27 minutos.

Quando Lorenne engatou uma sequência de quatro saques e o Vôlei Nestlé abriu 5/1, parecia que o segundo set seria tranquilo. Não foi. Bauru seguiu na cola do time de casa e chegou a liderar o placar no 15/14. As atletas da equipe de Osasco seguiram mantendo a calma e voltaram a comandar as ações. Mari Paraíba, primeiro na largada e depois na força, empatou e virou no 16/15. Na reta final, ainda com as bauruenses na briga, Bia desceu o braço pelo meio de rede e levou o Vôlei Nestlé ao set point. Tandara, com um ace, fez 25/22, em 28 minutos.

Bauru entrou para o tudo ou nada no terceiro set. Conseguiu encaixar melhor o saque e dificultou a recepção do Vôlei Nestlé. Com isso, equilibrou as ações e conseguiu assumir a liderança do placar, obrigando o técnico Spencer Lee a parar o jogo duas vezes (11/13 e 13/17). O treinador também tentou a inversão, com a entrada de Fabíola e Lorenne, que havia sido substituída por Paula no segundo set. Mas, apesar da luta, não deu e as visitantes ganharam por 25/19, em 26 minutos.

Paula entrou bem no jogo e se destacou no quarto set. A oposta virou bolas decisivas e ajudou o Vôlei Nestlé a abrir 16/10. Voltando a imprimir seu forte ritmo no ataque e com melhor eficiência no bloqueio e defesa, as donas da casa mantiveram a vantagem até o final. Como nas parciais anteriores, Tandara comandou as ações ofensivas. O resultado foi um 25/19 sem susto.

O Vôlei Nestlé entrou em quadra com Carol Albuquerque (3), Lorenne (2), Bia (14), Nati Martins (7), Tandara (29), Mari Paraíba (9) e a líbero Tássia.Entraram: Fabíola, Paula (8). Técnico Spencer Lee.

O Vôlei Bauru entrou em quadra com Juma (4), Dayse (7), Paula Pequeno (18), Palacio (18), Angélica (4), Valquíria (8) e Arlene. Entraram: Ju Carrijo, Helô (1), Andressa (8), Carol (1). Técnico Fernando Bonatto.

Campeonato Paulista – Divisão Especial

Final
9/10, 21h30 – Hinode Barueri x Vôlei Nestlé – Barueri
13/10, 18h30 – Vôlei Nestlé x Hinode Barueri – Osasco




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Carlos

Acredito que com a volta da Fabíola, o Osasco mude o tipo de jogo. Fabíola sempre jogou com bolas rápidas e a passagem dela pela Rússia e Europa deu a ela outro tipo de situação de jogo, com bolas mais altas e precisas. Sabemos que o passe russo não é lá grandes coisas e obrigatoriamente as bolas devem ser mais altas. Acredito que isto dará uma segurança maior para ela se o passe não sair. Agora uma coisa todos devem concordar: Tandara tem que ser oposta. De grandes jogadoras que foram mudadas de opostas para ponteiras, apenas Jaqueline se sobressaiu.… Ler mais »

Osasquense nato

Acredito que Borgo ainda vai brilhar, e isso foi provado no jogo de sábado no 3°set,pois ela jogou bem melhor que Lorrene.
A Lorrene ela tem uma vantagem por ser uma jogadora super tranquila psicologicamente, talvez isso irá ajudar ela desenvolver um bom voleibol em quadra, mais confesso que quero ver uma disputa boa entre Lorrene e Borgo

D.C. JONES

Eu achei que o Osasco jogou melhor no primeiro jogo.
Time estava nervoso e errando demais.
Mari Paraiba tem pontencial de melhorar seu ataque, tenho a impressão que o movimento de braço dela é um pouco lento(devido ao volei de praia) e acaba fazendo ela ficar bem marcada, além da impulsão.
Mas tem um ataque potente tem bom passe e boa defesa.

Egonuinha

Que palhacada manter a Ninkovic no banco, ela tem que jogar pra manter ritimo de jogo.

danilo

Zé Roberto é Zé Roberto ..!!!
#Aceita

Paulo

Verdade. ZRG, com um time bem medíocre, esta na final. Ele e muito bom mesmo.

Julio

Concordo Rod, visto foi a Helo que brilhou no Rio do Sul, e foi ser Banco do Rio e agora banco novamente no Bauru. Osasco esta errando nas contratações, penso que o time já tem sua oposta “Tandara”, tem que contratar ponteiras passadoras que não tem no time, Paraíba até segura o passe mais no ataque não tem rendindo, fazendo a Carol procurar sempre por tandara nos ataques pois é sua jogadora de confiança na verdade a única. Estamos bem de levantadora, com Carol e Fabíola se recuperando, Tassia também tem feitos bons jogos estou gostando dela. Bia sem comentários,… Ler mais »

Paulo

Carol Albuquerque nao e boa levantadora. As bolas para a Bia são baixas e as bolas para a ponta são espetadas. Mari Paraíba ate que fez a parte dela no ataque, mas não e definidora, como a Amanda no Praia.

Rod

Amanda?! kkkkkkkk

manu

Pois e….acho dificil 2 opostas como Lorene e Paula juntas em uma mesma equipe, Lorene brilhou no sesi e Paula no são caetano, precisam ter a responsabilidade de serem titulares e não se revezarem, não entendo certas contratações.

Paulo

boa analise.

Rod

Concordo, mas acho que ainda não estão prontas pra serem titulares em grandes equipes. A Lorenne(que entrou muito bem no jogo anterior) estava muito marcada. As duas estariam melhores em equipes menores, sem o peso de vestir a camisa de um clube grande.

Paulo

Mas se elas nao assumirem responsabilidade em grandes equipes, como vao crescer? Lorenna ja tem 21 e Paula Borgo deve ter uns 23 ou 24. Elas não são mais juvenis. Tem sim que ser titulares e jogar.

CLEBER AILTON TEIXEIRA

Lorenne sempre vestiu camisa de clube grande. Foi campeã da copa do Brasil com 17 anos no Pinheiros, Campeã Brasileira e da copa do Brasil no ano seguinte com o Rio de Janeiro. E no SESI fez uma ótima superliga. Está apenas começando no Osasco. Te u grande potencial. Está acostumada a frandes decisões, inclusive na seleção de base, titular desde os 15 anos.

Lyanna Starks

Jesus, Lorenne e Paula fizeram 10 pontos juntas

Zhuzão Cabrãozão

Paula mal recebeu bola, começou tímida, mas no terceiro set virou todas praticamente. Lorenne é fraquinha.

Zhutinha

Osasco deveria ter mantido a Bjelica.

D.C. JONES

Concordo, Bjelica iria jogar bem mais nessa temporada.
Até porque a Fabiola levanta mais no estilo europeu do que a Dani Lins.

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