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Wednesday 2 December 2020
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William comemora grande fase no voleibol

 22/04/12 – Na final da temporada passada, o Sada Cruzeiro (MG) saiu de quadra com a derrota. Ver o Sesi-SP comemorar o título da Superliga 10/11 rendeu, a William Arjona, de 32 anos, muito aprendizado. Agora, um ano depois, o levantador do time mineiro vibra com a conquista da medalha de ouro e a grande fase no voleibol após ser eleito o melhor levantador da Superliga 11/12 e o jogador mais eficiente da decisão.


“Nos dois anos em que eu estou no Sada Cruzeiro temos vencido mais do que perdido. E a vida do atleta é assim. Amadurecemos muito mais com a derrota do que com a vitória. A vitória serve para coroar e a derrota para aprender. E o nosso grupo aprendeu”, afirmou William.

A final desta temporada, disputada em campo neutro, no ginásio Poliesportivo, em São Bernardo do Campo (SP), contou com a presença das duas torcidas. A do Vôlei Futuro (SP) esteve em maior quantidade e William afirma que enfrentá-los foi mais uma dificuldade na disputa.

“Acima de tudo, o nosso time foi campeão mentalmente. Não é fácil encarar uma final, torcedores fazendo muito barulho e uma equipe extremamente competente do outro lado da rede. O Vôlei Futuro valorizou demais a nossa vitória, mas o Sada Cruzeiro cresceu em todos os aspectos. Para ganhar, tem que ser bom em tudo e não só no voleibol. E provamos que somos os melhores”, garantiu William Arjona.

Além dos elogios ao adversário, o levantador do time mineiro comentou sobre a forma de atuar do Vôlei Futuro. “Conhecíamos o time deles e sabíamos que eles jogam desse jeito. E não está errado. Cada time tem que encontrar a melhor forma de estar na quadra e eles gostam de instigar e tentar mexer com o adversário. Mas o nosso time foi sereno, fizemos o nosso jogo e deu certo”.

Dedicado aos treinos e conhecido por se doar ao máximo em todas as partidas, William explica que absorveu essa característica nos quatro anos em que jogou na Argentina, onde passou a ser chamado de Mago. No retorno ao Brasil, na temporada passada, começou a mostrar as qualidades à torcida cruzeirense, que, hoje, tem o levantador como um dos maiores ídolos.

“O que eu fiz nessa final é o que eu sempre faço: deixar tudo que eu tenho dentro da quadra. Aprendi isso na Argentina e o que eu faço é sempre me doar ao máximo. Saí da quadra esgotado, nem tanto fisicamente, mas mentalmente”, concluiu William.



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