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Friday 14 August 2020
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Zé Roberto elogia Arena Amil e agradece apoio da torcida brasileira

Fotos: FIVB

Sede das olímpiadas de 2016, o Brasil, conforme destacado por todos, precisará cada vez mais se acostumar a jogar em casa, tanto com o apoio da torcida, quanto com a pressão. E neste final de semana em Campinas, a torcida brasileira deu um show e ajudou o time a sair com três vitórias.

O reconhecimento disso veio nada mais nada menos do que do técnico José Roberto Guimarães. Sem a confirmação oficial, mas o treinador foi um dos responsáveis por levar as partidas do torneio para o ginásio, que apesar de ser do time que ele treina (o que gera um desconforto por causa de um possível corporativismo), possui toda a estrutura que os times necessitam para treinos e jogos.

Detalhes da escolha a parte, o treinador agradeceu a todos pela oportunidade de atuar em Campinas. “Abrir nossa participação no Grand Prix na Arena Amil foi extremamente importante em todos os sentidos. Aqui tivemos as melhores condições de treinamento, de material e de jogo. Além disso, muitas das nossas atletas já conheciam o ginásio. O público foi fantástico. Apoiou a Seleção o tempo todo, jogou junto com o time. Só posso dizer muito obrigado à cidade de Campinas e à Amil por ceder o ginásio. Jogar na cidade e na Arena Amil, sem dúvida, foi um dos pontos importantes para as nossas três vitórias”, disse Zé Roberto.

Torcida e time jogando juntos em Campinas

Até as estrangeiras elogiaram a estrutura do local. Kristin Richards, que agora passará a atuar com o sobrenome de casada Hildebrand, e que jogará no ginásio na próxima temporada pelo Vôlei Amil, também ficou satisfeita com o que encontrou. “Fui muito bem recebida. Já estou me sentindo em casa. Foi ótimo conhecer minha nova família e já começar a fazer parte dela”.

Mas nem tudo foi perfeito na Arena Amil, mas nada que estrague a bela estrutura do ginásio. A primeira foi a questão do lixo nas arquibancadas. No sábado, após o jogo Brasil e Rússia, foi possível ver copos e plásticos na arquibancada que ficou quase vazia para o segundo jogo do dia, entre Estados Unidos e Polônia, o que chamou a atenção todos. No dia seguinte, após Brasil e EUA, a organização tratou de limpar a arquibancada.

Outro ponto negativo foi a queda de energia após o terceiro set entre Rússia e Polônia, também no domingo. A partida ficou paralisada por cerca de 30 minutos. Segundo determinação da FIVB e da CBV, a energia do local deve ser fornecida sempre por um gerador, para que caso acontece problemas na rede local, a partida não seja afetada. Mas tanto esse quanto a questão anterior foram irrelevantes perto dos pontos positivos mostrados pela organização.

Já o torcedor elogiou o Ginásio. Daianne Camargo, 25 anos, esteve na Arena e elogiou a visão que o local dá para o torcedor. “Eu adorei a Arena. Por não ser grande, você consegue ver tudo melhor: jogadoras, lances etc. Espero que no ano que vem seja lá novamente”. A única coisa que o torcedor não gostou, em especial o que ficou na arquibancada oposta aos bancos de reserva foi a falta de conforto, pois não havia cadeiras, como há nos principais ginásios do país. “Cheguei a ficar com o traseiro duro”, lembrou com descontração a torcedora Daianne, que mora em São Paulo.




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