Dani Lins foi a unica jogadora a subir para 7 pontos
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) realizou, nesta semana, em São Paulo (SP), reunião com representantes dos clubes participantes da Superliga masculina e feminina de vôlei 13/14 para debater alterações para a próxima temporada. A entidade colocou as mudanças em votação e, após a participação dos técnicos e supervisores presentes, foram definidas novidades para a edição 14/15 da Superliga.
Na reunião, a CBV colocou três opções em votação. A primeira delas foi acabar com o ranking e, consequentemente, não haver limitação para contratação de atletas com pontuação máxima (7 pontos) e nem para contratação de estrangeiras, mas a mesma foi rejeitada pelos clubes.
A CBV propôs, ainda, continuar a adoção do ranking, porém com limitações apenas na quantidade de atletas de 7 pontos e estrangeiras. Neste caso, não haveria a necessidade da pontuação total por equipe, já que os demais jogadores não precisariam ser pontuados.
A terceira proposta, aprovada pelos clubes, foi manter o modelo de ranking atual, em vigor na Superliga 13/14. A novidade é que, no feminino, os clubes só poderão contar com duas atletas de 7 pontos e não mais três, como acontece na edição atual. Outra mudança acontece na pontuação total por equipe, que passou de 32 para 43 no feminino; e de 32 para 40 por time no masculino.
Segundo o Diretor de Competições Quadra da CBV, Renato D´Avila, o ranqueamento foi mantido a pedido dos próprios times participantes.
“Apresentamos aos clubes a proposta de acabar com o ranking, já que esse foi um desejo manifestado por atletas e por alguns clubes à CBV. No entanto, os clubes preferiram manter o sistema de ranking atual. Estamos vivendo um novo momento na Superliga. Os clubes definem as regras em conjunto e cabe à CBV cumprir a decisão dos clubes”, disse D´Avila.
De acordo com o dirigente, o intuito sempre foi manter um equilíbrio na competição. “Quando o ranking foi criado, na temporada 1992/1993, o objetivo foi garantir um equilíbrio entre as equipes. Hoje, acreditamos que a situação é diferente e, por isso, oferecemos aos clubes a possibilidade de acabar com o ranking. Acredito que o equilíbrio se dá muito mais em função dos orçamentos dos clubes do que pela pontuação do ranking”, comentou D´Avila.
Em relação aos estrangeiros, está mantida a atual regra, com dois atletas do exterior em cada clube – tanto no masculino, como no feminino.
Segue abaixo o desdobramento da votação:
Votação Feminino
MOLICO/NESTLÉ – ter o ranking com limitações de 7 pontos e estrangeiras
SÃO CRISTÓVÃO SAÚDE/SÃO CAETANO – ter o ranking com limitações de 7 pontos e estrangeiras
UNILEVER – manter o ranking
BANANA BOAT/PRAIA CLUBE – manter o ranking
DECISÃO ENGENHARIA/MINAS– manter o ranking
VÔLEI AMIL – ter o ranking com limitações de 7 pontos e estrangeiras
PINHEIROS – manter o ranking
BRASILIA VÔLEI – manter o ranking
SESI-SP – manter o ranking
RESULTADO – 6 X 3 – manter o ranking atual
Votação Masculino
SÃO BERNARDO VÔLEI – ter o ranking com alterações no atual
KAPPESBERG CANOAS – ter o ranking com alterações no atual
SESI-SP – ter o ranking com alterações no atual
BRASIL KIRIN – manter o ranking atual
SADA CRUZEIRO – manter o ranking atual
VIVO/MINAS – manter o ranking atual
MODA/MARINGÁ – manter o ranking atual
RJ VÔLEI – manter o ranking atual
RESULTADOS – 5 X 3 – manter o ranking atual
Link para o Ranking MASCULINO:
http://www.cbv.com.br/v1/superliga/arquivos/RANKING_OFICIAL_MASC_2014-2015_20-03-14.pdf
Link para o Ranking FEMININO:
http://www.cbv.com.br/v1/superliga/arquivos/RANKING_OFICIAL_FEM_2014-2015_20-03-14.pdf


