
O Sesi abriu vantagem contra o Banana Boat/Praia Clube pelas quartas de final da Superliga, ao vencer por 3 a 1, na Vila Leopoldina neste domingo. Após a partida, o pensamento sobre o que aconteceu no jogo era totalmente oposto entre os times.
Pelo Praia, Mari destacou que o psicológico foi o determinante, pois o time cometeu muitos erros atípicos, em especial de dois toques. “Não dá para falar nem o que aconteceu, pois nunca tinha passado por isso. Foi simplesmente algo psicológico, falta de confiança e acabou afetando todo o grupo. A gente não esperava que fosse acontecer isso hoje e realmente a gente queria fazer um placar mais equilibrado, mas toda hora a gente apresentou problemas. Foi um jogo atípico.”
Pelo Sesi, a líbero Suellen, que ficou com o Viva Vôlei, destacou como determinante do jogo a estratégia adotada pelo Sesi. “Eu acho que a nossa equipe teve uma boa atuação no bloqueio e consequente mente isso ajuda a defesa e o meu troféu é muito por conta disso. A gente quebrou o passe delas com o saque. Passou a ter só bola alta nas pontas e o nosso bloqueio marcou bem isso e a defesa conseguiu também defender muitas bolas”.
Para o jogo 2, sábado que vem, às 13 horas em Uberlândia, Mari espera que o psicológico não atrapalhe. “Temos que seguir nos preparando da mesma forma e realmente hoje não saiu, mas para mim é algo mais de cabeça e confiança mesmo”.
Já Suellen, sabe que se o time do Sesi fazer o que fez neste domingo, tem grandes chances de vencer. “Eu acho que é a mesma coisa que fizemos hoje. Nosso princípio era não deixar as meios jogar e foi o que aconteceu. A Mayhara saiu no meio do jogo e a Nati não rodou tudo. Lá tem que ser a mesma coisa.”


