Divulgação/CBV
Através de comunicado oficial, a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) afirmou que está acatando as sugestões feitas pela Controladoria-Geral da União (CGU) a fim de evitar que a entidade seja novamente atingida por casos de corrupção.
Dessa forma, os dirigentes que comandam o vôlei brasileiro pretendem voltar a conta com o apoio do Banco do Brasil, que na semana passada suspendeu o contrato que tinha com a CBV desde 1991 devido às denúncias de irregularidades.
Confira o comunicado:
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) comunicou oficialmente ao Banco do Brasil nesta quinta-feira (18.12) que todas as medidas sugeridas pela Controladoria Geral da União serão implementadas na entidade no prazo de 90 dias. O cumprimento integral das ações demonstra que a nova gestão se compromete com uma governança responsável e transparente.
Auditoria externa, regulamento de contratações, vetos de empresas suspeitas, criação de comitê de apoio e, o principal, reaver judicialmente os valores de contratos apontados pela Controladoria Geral da União (CGU) como irregulares.
A CBV, com essas medidas, demonstra que os conceitos administrativos usados em gestões anteriores não condizem com as diretrizes atuais. Assim, a entidade confia que a parceria mais sólida do marketing esportivo nacional continue rendendo os resultados costumeiros.
De conhecimento de todas as ações desenvolvidas pela entidade, os técnicos José Roberto Guimarães e Bernardo Rezende manifestaram apoio incondicional aos dirigentes que têm a responsabilidade de administrar o atual momento do voleibol brasileiro.
A CBV espera que o Banco do Brasil restabeleça o repasse de recursos do patrocínio para que a realização das etapas do Circuito Open de Vôlei de Praia e o planejamento das seleções brasileiras em todas as suas categorias não sejam prejudicados.
A proximidade da realização dos Jogos Olímpicos pela primeira vez no Brasil evidencia a importância da manutenção do patrocínio do Banco do Brasil.


