Ausente da Seleção Russa nesta temporada, a oposta do Dínamo Kazan, Ekaterina Gamova, disse, em entrevista ao site russo R-Sport, que seu tempo no time nacional não acabou. “Sou atleta em atividade. Se receber uma convocação para a seleção nacional russa, eu tenho de ir”, afirmou Gamova.
A jogadora de 34 anos também comentou sobre as perspectivas da Rússia na reta final da Copa do Mundo e sobre o esquema de jogo adotado pelo técnico Yuri Marichev. Na visão da bicampeã mundial, a opção de Marichev por jogar com apenas duas passadoras de ofício é arriscada, mas acertada.
“A comissão técnica escolheu um sistema com duas jogadoras na recepção, e não três, ao mesmo tempo em que mantém Kosheleva e Obmochaeva (Goncharova), o que é um plus para o ataque. A escolha, me parece, foi feita corretamente”, avaliou.
A Rússia tem um jogo duro às 3h10 da sexta-feira, pelo horário de Brasília, contra os EUA. Por conta da derrota frente às servias, na segunda-feira, esta partida e o jogo contra a China, no sábado, se tornaram decisivos para as pretensões do time de Kosheleva e Goncharova.
“Para o jogo contra a Sérvia, eu não estava 100% confiante de que íamos vencer. O adversário era difícil. Perdemos dois pontos em três, e, agora, tudo vai ser decidido em jogos contra a China e os EUA”, resumiu.



