O placar dos erros foi elevado, na vitória do Sesi sobre o Sada Cruzeiro, sábado, na Vila Leopoldina. A partida que opôs os finalistas das duas últimas Superligas masculinas teve nada menos que 74 erros – 41 dos paulistas, 33 dos mineiros. Na visão do técnico Marcos Pacheco, no entanto, a média superior a oito erros por set não foi um problema, mas o efeito colateral da solução: ousadia.
“O time foi muito bem, aguerrido, teve estratégia, foi participativo e soube entender cada momento como um todo e o momento dos próprios colegas dentro do grupo”, elogiou o treinador sesista. “É um jogo muito intenso pelos jogadores que tem e pelo confronto entre esses adversários, que já decidiram muita coisa. Então a gente precisava disso, ser mais ousado. A margem de erro era maior nesse jogo e a gente foi competente nisso”, declarou Pacheco ao site oficial do Sesi.
O Sesi está na quinta posição da Superliga masculina, com 18 pontos ganhos, seis vitórias e três derrotas. A equipe agora vai a Novo Hamburgo para enfrentar, na quinta-feira, o Voleisul/Paquetá Esportes.


