O desafio que a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) se impôs é muito claro: para caber na grade de programação das emissoras de TV, o ideal é que a partida de voleibol dure, no máximo, 11o minutos. Para tanto, a federação pretende aperfeiçoar o recurso da revisão de jogadas em vídeo, diminuir o tempo entre a consignação do ponto e a ação do sacador, mas quer também que as transmissões sejam econômicas nos replays. Essa foi a conclusão da FIVB na reunião anual com a Comissão de TV e Novas Mídias, em Lausanne (Suíça), na última quarta-feira, 27.
“(É preciso dar) mais ênfase nos grandes lances que ocorrem em nossas partidas e menos na ação do ponto. Às vezes, as grandes jogadas estão no meio do rali, e isso vale muito mais tempo de exposição do que apenas repetir a ação final do rali”, disse o secretário-geral da FIVB, Fernando Lima.
Na ótica da comissão e da entidade máxima do vôlei, se houver previsão de que uma partida dure 1h50min, é possível que a TV agende duas horas de seu guia de programação para a transmissão de um evento da modalidade – algo parecido com o que ocorre com o futebol.


