O placar acachapante de 3 a 0, imposto pelo Rexona-AdeS sobre o Vôlei Nestlé, na última rodada da primeira fase da Superliga, destoa do placar em dois fundamentos de pontuação, mas encontra justiça noutro dado estatístico: o time de Osasco saiu quadra sem nenhum set vencido porque, embora tenha obtido mais pontos de ataque (38 a 35) e de bloqueio (11 a 9), cometeu mais que o triplo do número de erros do time carioca na partida (23 a 7).
“Depois de um primeiro set em que ficamos atrás, melhoramos, mas erramos muito. No segundo set, tivemos seis erros de saque. Ficamos sem reação em momentos importantes. Contra elas temos de errar menos, porque elas quase não erram”, reconheceu Dani Lins.
Foi a terceira partida entre as duas equipes na atual temporada – duas pela Superliga, uma pela Copa Brasil – e a terceira vitória do Rexona-AdeS, que só perdeu um dos sets disputados.
Nos playoffs, o Nestlé encara o Terracap/Brasília, quinto colocado da primeira fase. “Agora começa outro campeonato. Precisamos entrar firmes contra Brasília, jogando com inteligência e com mais consistência”, alertou a levantadora.



