Crédito: Marcio Rodrigues/MPIX
Mesmo com a melhor campanha da Superliga feminina 2015-16, mesmo sendo o maior campeão da história da competição, o Rexona-AdeS não é o favorito da final, domingo, contra o Dentil/Praia Clube. Pelo menos é o que pensa a líbero bicampeã olímpica Fabi.
“Chegaram à final os dois times que fizeram a melhor campanha na Superliga e as duas equipes chegam com chances iguais para essa final”, disse a líbero.
O Praia foi segundo colocado, com 52 pontos e 17 vitórias na primeira fase, e chega pela primeira vez a uma decisão de Superliga com quatro vitórias e duas derrotas nos mata-matas, uma em casa, para o Sesi, uma fora, para o Minas. O Rexona, que disputa a final do campeonato seguidamente desde a temporada 2004-05, ficou na primeira posição da fase classificatória, com 21 vitórias e 60 pontos em 22 jogos. Nos playoffs, venceu quatro partidas e perdeu uma – em Osasco, para o Nestlé.
“O Dentil/Praia Clube chegou com méritos nessa final. Falam muito que vamos disputar a nossa 12ª decisão, mas vejo cada temporada com uma história diferente”, completou Fabi.
Esta será o quarto confronto entre as duas equipes na temporada. Os time se enfrentaram duas vezes na fase de classificação da Superliga e fizeram a final da Copa Brasil, em Campinas. O Rexon venceu todos os jogos.
Rexona-AdeS e Dentil/Praia Clube entram em quadra no domingo às 9h, no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília.


