Ausentes do torneio feminino olímpico de Vôlei desde Atlanta 1996, as holandesas estreiam na madrugada de sexta para sábado, no Pré-olímpico do Japão. A seleção vai que tentar uma vaga no Rio de Janeiro chega como vice-campeã europeia e segunda do pré-olímpico continental. São resultados que credenciam a equipe e são derrotas que calejam jogadoras pouco habituadas a decisões com a seleção nacional.
“A final do Campeonato Europeu foi o meu primeiro jogo realmente grande, e eu estava tensa”, admitiu Lonneke Slöetjes. “No qualificatório, eu estava muito mais focada e podia ver que toda a equipe também estava. A Rússia (no pré-olímpico) era ainda mais forte, mas jogamos muito melhor”, comparou a oposta, em entrevista ao site oficial da FIVB, lembrando que em ambas ocasiões foram as russas que levaram a melhor.
Holanda e Cazaquistão entram em quadra às 3h30 do sábado, com transmissão pelo canal da FIVB no Youtube. Será a primeira oportunidade para a Holanda pôr seu favoritismo à prova, embora Slöetjes, com prudência, recuse o rótulo de seleção favorita.
“As pessoas a nossa volta dizem que vamos ganhar facilmente, mas é um torneio realmente difícil. Não há adversários fracos e haverá muito estresse e pressão envolvidos. Contudo, se jogarmos no nosso nível, poderemos (conquistar a vaga)”, concluiu.



