Brasil e França entram em quadra nesta segunda-feira (15/08) exatamente na mesma situação. São duas vitórias, dois resultados negativos na fase de grupos e, agora, as duas seleções precisam vencer para seguir adiante nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O confronto, às 22h35, no ginásio do Maracanãzinho, é pela última rodada da fase classificatória e promete grande equilíbrio entre as equipes dirigidas pelos técnicos Bernardinho e Laurent Tillie.
O equilíbrio, aliás, é destaque no Grupo A, desde o início chamado de grupo da morte. Nesta chave, apenas a Itália segue sem perder e soma 12 pontos – os italianos são os únicos em todo o torneio que estão invictos.
Neste ano, durante a Liga Mundial, Brasil e França se enfrentaram duas vezes, com duas vitórias para a equipe de Bernardinho – ambas por 3 sets a 1. O segundo confronto foi valendo a vaga na final da competição – situação semelhante a que a equipe brasileira viverá nesta segunda.
“Agora é jogo de vida ou morte. A única solução agora é estarmos juntos. Temos que ter a força de enfrentar esse momento com coragem. Para esse próximo jogo, precisamos jogar com lucidez fazendo uma escolha correta de golpes, trabalhando com um pouco mais de qualidade”, destacou Bernardinho, que ainda falou sobre como tem que ser a postura do grupo.
“Nós estamos sob pressão, com a expectativa natural das pessoas por medalhas, e temos um tempo curto para voltar à quadra e fazer um jogo melhor. Se tivermos medo de morrer, não vai dar certo. Vamos com coragem de encarar e vencer”, afirmou Bernardinho.
Brasil x França colocará frente a frente dois dos maiores pontuadores dos Jogos Olímpicos. O brasileiro Wallace é o quarto nesta lista com 64 pontos marcados nos quatro primeiros jogos, um a mais do que francês Ngapeth, que aparece em quinto. O primeiro da estatística é o polonês Kurek, com 83 acertos.



