Teve luta, teve garra, teve suor… O Camponesa/Minas fez uma Superliga de altos e baixos, mas que levaram a equipe a uma campanha histórica. Depois de um início ruim, o time se estabilizou, fez um segundo turno impecável e se classificou em quarto lugar. Nas quartas de final, derrotou o Bauru, em duas partidas, e se credenciou para a disputa das semifinais. Pela frente, o poderoso Rexona-Sesc, multicampeão e favorito ao título. Porém, no confronto, a previsível superioridade não se concretizou. Foram cinco partidas, em um playoff que será lembrado por muito tempo.
Nas quatro primeiras partidas, empate em 2 a 2. Porém, nesta sexta-feira (14/04), na Jeunesse Arena, o Rexona-Sesc bateu o Camponesa/Minas, por 3 sets a 1 (25/15, 26/24, 21/25 e 25/20), e garantiu vaga na decisão da Superliga Feminina de Vôlei. O adversário da final será o Vôlei Nestlé, que bateu o Dentil/Praia Clube, por 3 a 0. O confronto será realizado no domingo, dia 23, novamente no Rio de Janeiro.
“O Rexona-Sesc está de parabéns. Infelizmente, não conseguimos impor nosso melhor jogo nos momentos de definição, quando estávamos na frente, não conseguíamos nos manter, mas tudo isso faz parte. O Camponesa/Minas também está de parabéns por tudo que fez, por essa campanha maravilhosa. A nossa equipe lutou até o final, mesmo enfrentando um time que está 13 vezes na final, fizemos jogo a jogo com elas. Agradeço a todos os torcedores que torceram por nós e ficou claro que isso se tornou um clássico. Poderia ser uma final. Mas, jogar contra o Rio, eu sempre falei, é muito difícil e elas estão de parabéns”, disse Jaqueline.
“É uma pena. Perdemos, mas tentamos. Nosso time trabalhou duro para chegar à final, mas não conseguimos. Fica para uma próxima vez. O Rexona-Sesc tem muita tradição, e é muito difícil encará-los”, lamentou a oposto Hooker.



