Adenízia e Tandara marcam ataque de Grothues (FIVB)
Começará nesta quarta (02) a fase final do Grand Prix 2017. Seis seleções são divididas em dois grupos: Brasil, China e Holanda no Grupo J e Sérvia, Estados Unidos e Itália no Grupo K.
O Brasil vem confiante no potencial de seu bloqueio, já que tem Adenízia e Carol entre as três melhores bloqueadoras da competição. Adenízia é inclusive um dos destaques da competição. A jogadora começou a competição no banco, recuperando-se de lesão e logo assumiu a titularidade e o topo da tabela de bloqueadoras. No jogo contra os EUA, a central saiu com 92% de aproveitamento nos ataques, virando 12 das 13 bolas que recebeu.
No Grupo do Brasil ainda está a MVP olímpica, Ting Zhu. Campeã europeia e mundial com o Vakifbank, a jogadora passou por um desgaste físico antes do Grand Prix, em competição na China, e acabou sendo poupada em boa parte do GP. Ainda assim, a ponteira tem o terceiro melhor aproveitamento de ataque da competição, 45%.
O perigo holandês está na preparação: Laura Dijkema é uma das principais levantadoras da competição. Campeã com o Novara em 2017, Dijkema é a segunda nas estatísticas de levantamento (estatísticas que acabaram comprometendo russas, americanas, chinesas e italianas). Companheira de equipe e adaptada na saída de rede, Celeste Plak é a terceira maior pontuadora do torneio com 142 pontos.
O Grupo J estreia na quarta (02) com o confronto entre as duas últimas seleções campeãs olímpicas, Brasil e China. Na quinta (03), o Brasil encara a Holanda em Nanquim. Semifinalistas do Rio, China e Holanda se enfrentam na sexta (04) para a definição da última vaga.


