Quarto e último amistoso acontece no sábado (18), no Rio de Janeiro. (
Foto: Créditos: Wander Roberto/Inovafoto/CBV)
Com mudanças dos dois lados, Brasil e Estados Unidos entraram novamente em quadra para a terceira partida amistosa entre as seleções, na noite desta quinta-feira (16), em Uberaba-MG. Depois de abrir 2 a 0, a seleção feminina viu as norte-americanas crescerem e virarem o jogo no set decisivo, resultando no terceiro revés para as anfitriãs por 3 a 2, com parciais de 25/15, 25/23, 21/25, 23/25 e 15/17.
Pela primeira vez desde que voltou a treinar com o grupo principal, a central Thaisa foi escalada no grupo titular, ao lado de Adenízia, da levantadora Dani Lins, das ponteiras Gabi e Rosamaria, da oposto Tandara e da líbero Gabiru.
O quarto e último amistoso entre as seleções acontecerá neste sábado (18), a partir das 19h30, no Rio de Janeiro. A partida marcará a reabertura do Maracanãzinho.
O jogo
No primeiro set, o Brasil impôs grande volume de jogo, com importantes pontos de bloqueio para abrir o placar (16 a 7). Administrando o placar, as donas da casa fizeram 25 a 15, com um ataque de Tandara. Na sequência, as brasileiras conseguiram manter o nível de atuação, apesar do crescimento da oposto Karsta Lowe no jogo. Com dois pontos de Thaisa, o Brasil abriu 15 a 10, obrigando os EUA a pararem o jogo.
Com mudanças, as norte-americanas encostaram no placar (20 a 20), obrigando Zé Roberto a pedir tempo. A ponteira Simone Lee, uma das novidades da seleção de Karch Kiraly, apareceu com efetividade no ataque, mas Tandara novamente fechou o set, por 25 a 23 (2 a 0).
Apesar de ter começado bem o terceiro set, as norte-americanas se aproveitaram de erros para virar e abrir margem (4 a 7). Com Adenízia, o Brasil empatou (8 a 8). A partir daí, os times foram revezando pontos, mas dois erros dos EUA e um ponto de saque de Thaisa, colocaram as anfitriãs na dianteira (15 a 12). Aos poucos, nova virada (18 a 21) e, no bloqueio, o set acabou em 21 a 25 (2 a 1).
Pelo saque, as brasileiras voltaram melhor. Na primeira metade do set, pequena margem de 16 a 14, com um ataque de Gabi. Não demorou muito, e mais uma virada (17 a 18). No pedindo de tempo, Zé Roberto deu uma bronca no grupo e cobrou mais atenção. Carol entrou no lugar de Thaisa e o volume de jogo do Brasil pressionou as norte-americanas, fazendo Lowe errar. Roberta e Fernanda Tomé voltaram na inversão. A levantadora apostou em Gabi, que foi parada no bloqueio duas vezes seguidas (22 a 24). A ponteira se recuperou, mas os EUA empataram o confronto com a central Gibbemeyer (23 a 25).
No tie-break, as adversárias abriam 0 a 3 e Zé Roberto pediu tempo. Com uma chutada de meio da levantadora Carlini com a central Rachael Adams, os EUA fizeram 1 a 4. O Brasil tentou entrar em quadra, mas os fortes ataques do outro lado mantiveram a margem (4 a 8). Após Rosamaria atacar para fora (4 a 9), veio o segundo pedido de tempo. A virada de bola do Brasil melhorou, mas os erros persistiram e a virada foi confirmada em 15 a 17.


