Por Lívia Delunardo
Ela foi uma das protagonistas da histórica temporada do Itambé/Minas e vem se firmando como liderança na seleção brasileira. Gabi Guimarães tem pela frente a disputa da Copa do Mundo, título ainda inédito para o país, mas sabe que o grande desafio está por vir. Em breve, a ponteira desembarca na Turquia para defender o poderoso Vakifbank Itambul, sendo esta a sua primeira experiência defendendo um clube estrangeiro.
Aos 25 anos, Gabizinha fala com exclusividade ao Melhor do Vôlei sobre as expectativas no clube turco e também relembra a importância que Bernadinho, José Roberto Guimarães e Stefano Lavarini tiveram em sua formação como atleta. Além da renovação da seleção brasileira, ela ainda reforça a insatisfação com o ranking que ainda está em vigor na Superliga Feminina, mesmo abolido do torneio masculino.
Por que decidiu ir agora para o exterior e o que te levou a escolher a liga turca?
Eu sempre tive a vontade de jogar fora do Brasil, mas acho que precisava cumprir algumas etapas antes aqui no Brasil. Acho que fui amadurecendo ao longo dos anos. Fechei um ciclo no Rio de Janeiro, onde amadureci, venci, perdi e aprendi muita coisa mesmo. Vivi experiências maravilhosas no Minas também, com um outro treinador, um grupo que se ajudou demais durante a temporada e acho que agora chegou a hora. Vai ser importante ter essa vivência internacional para o meu crescimento como atleta. E a liga turca dispensa comentários, não é? Se não é a mais forte, está entre as três. O Vakifbank é um clube que fala por si só, mas vai ser um ano de muita ralação e de adaptação rápida, mas quero conquistar o meu espaço e contribuir pra equipe. Serão muitos torneios, todos com o nível muito alto, então eu vou de coração aberto para aprender e somar com o time.
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