Com grandes estrelas, um treinador ousado e muito planejamento, o Imoco Volley Conegliano viveu uma temporada que beirou a perfeição. Se a pandemia causada pelo coronavírus (Codiv-19) não tivesse provocado o cancelamento das competições, muito provavelmente o clube italiano estaria com as duas mãos nas taças do Scudetto e da almejada Champions League.
Se hoje o clube vive as incertezas econômicas (a Itália é um dos países mais atingidos pela doença), os últimos meses foram só de alegrias para os torcedores. Quebrando a hegemonia do Vakifbank, o Conegliano conquistou o Mundial de Clubes, após receber convite da Federação Internacional de Vôlei (FIVB). Na decisão, ocorrida em dezembro do ano passado, Paola Egonu e cia. bateram o Eczacibasi VitrA, consagrando uma campanha invicta.
De volta ao país, mais dois títulos tradicionais: a Copa Itália e a Supercopa. Pela liga, a liderança estava folga. Eram 57 pontos (19 vitórias e somente 1 derrota), com 8 de vantagem para o segundo colocado, o Busto Arsizio. Já na Champions, a primeira vaga na semifinal ficou para a equipe, enquanto os demais jogos dos playoffs não puderam ser concluídos.
E agora, será que os patrocinadores conseguirão manter o alto nível da equipe para a temporada 2020/2021? As grandes estrelas querem ficar, mas um possível redução de investimentos pode abrir caminho para a concorrência. Nas próximas semanas, muitos fatores estarão em jogo.
Veja os números:
Partidas disputadas: 36
35 vitórias e 1 derrota
Champions League: 7 vitórias e nenhuma derrota
Mundial de Clubes: 5 vitórias e nenhuma derrota
Copa Itália: 3 vitórias e nenhuma derrota
Super Copa: 1 vitória (título definido em jogo único)
Total de sets perdidos: 15
Em três jogos, todos os 5.344 ingressos foram vendidos em disputas contra: Scandicci (24 de novembro), Busto Arsizio (26 de dezembro) e Novara (16 de fevereiro)



