Terceira colocada na Fase de Classificação da Liga das Nações de Vôlei (VNL) 2026, a seleção brasileira feminina continua nesta semana sua luta pelo primeiro título da competição.
A VNL entra em sua semana decisiva, com as Finais sendo disputadas em Macau, na China, e o Brasil terá pela frente nesta quarta-feira (22), às 8h30 de Brasília, nas quartas de final, a seleção do Japão, que ficou em sexto lugar.
Uma de apenas três seleções a terem participado das Finais da VNL em todas as oito edições da competição, o Brasil luta pelo primeiro título – a seleção chegou à decisão em 2019, 2021, 2022 e 2025, mas ficou com a prata.
O time do técnico José Roberto Guimarães, que obteve nove vitórias e três derrotas durante a Fase de Classificação, não terá a capitã Gabi, a central Julia Kudiess e a oposta Tainara nas Finais – as três estão fora por lesão.
O time viajou para Macau com as levantadoras Macris e Roberta, as opostas Kisy e Rosamaria, as ponteiras Ana Cristina, Helena, Julia Bergmann e Maiara Basso, as centrais Diana, Larissa, Lorena e Luzia e as líberos Marcelle e Natinha.
“É um jogo muito importante,” disse Rosamaria. “A vitória nos leva para uma zona de medalha. Será uma partida difícil desde o primeiro ponto e estamos preparadas para lutar até o fim do jogo. Nos preparamos bastante no Japão e em Macau, focadas no que precisamos melhorar e nos adaptando como equipe. Acredito que podemos fazer um grande jogo em mais uma batalha contra o Japão.”
Julia Bergmann e Ana Cristina são as principais pontuadoras do Brasil na VNL até o momento, com 181 e 178 pontos, respectivamente. Diana, sétima melhor bloqueadora da VNL com 31 pontos, e Ana Cristina, quinta no saque com 12 aces, também aparecem bem nas estatísticas.
O Brasil enfrentou o Japão na terceira semana da Fase de Classificação da VNL, em Osaka, e venceu por 3 a 1, aumentando seu domínio diante das asiáticas na competição – são agora nove vitórias em dez partidas.
“Nunca é fácil jogar contra o Japão,” disse Zé Roberto. “Sabemos da dificuldade que é enfrentar as japonesas, pela defesa, técnica e volume de jogo que elas têm durante a partida. É uma equipe com muita técnica, precisão, que não desiste nunca e tem a defesa como ponto forte. Vamos precisar sacar bem para o nosso sistema defensivo funcionar. É a expectativa de um jogo longo e difícil. Vamos precisar errar o menos possível e fazer o nosso melhor.”


