Na ultima sexta-feira (28/07), o jornal “O Tempo” divulgou vazamentos da delação premiada do empresário Marcos Valério para a operação Lava Jato. O empresário delatou a presença de caixa 2 nos repasses do Banco do Brasil para Ary Graça, presidente da FIVB (Federação Internacional de Vôlei) e ex-presidente da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei).
Não é a primeira vez que o nome de Ary é citado em escândalos de corrupção no país. Em 2014 foi denunciado que empresas de ex-funcionários da CBV receberam 20 milhões em comissão por intermediar contratos com a confederação. Além de desvio de verbas e negócios fraudulentos envolvendo genros de Graça e a CBV.
RELEMBRE
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Segundo “O Tempo”, Marcos Valério escreveu em um dos anexos: “Durante o patrocínio do Banco do Brasil na CBV, havia uma parte que era entregue legalmente, por meio de depósito em conta, e outra parte em dinheiro que era destinada, segundo diretores do BB, ao presidente da entidade, Ary Graça”. Confira na íntegra a matéria do jornalista Lucas Ragazzi no jornal. (Leia)
Em nota, a FIVB respondeu à reportagem de Ragazzi. “O dirigente jamais foi beneficiado com repasse de dinheiro em caixa 2 ou de qualquer outra forma, como teria especulado Marcos Valério, segundo a reportagem, baseado em relatos de terceiros”. (Veja mais)
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