Última seleção a vencer a Itália, mais de um ano atrás, o Brasil tentará repetir o feito neste sábado (6), quando terá as atuais campeãs Olímpicas e líderes do Ranking Mundial como adversárias nas semifinais do Campeonato Mundial de Vôlei 2025, em Bangkok, na Tailândia.
O confronto entre as duas seleções mais bem colocadas no Ranking Mundial terá início às 9h30 de Brasília no Huamark Indoor Stadium, que quatro horas mais cedo receberá a outra semifinal, que reunirá Japão e Turquia.
Última seleção a vencer a Itália, mais de um ano atrás, o Brasil tentará repetir o feito neste sábado, quando terá as atuais campeãs Olímpicas e líderes do Ranking Mundial como adversárias nas semifinais do Campeonato Mundial de Vôlei 2025, em Bangkok, na Tailândia.
O confronto entre as duas seleções mais bem colocadas no Ranking Mundial terá início às 9h30 de Brasília no Huamark Indoor Stadium, que quatro horas mais cedo receberá a outra semifinal, que reunirá Japão e Turquia.
Para o duelo com as italianas, que derrotaram o Brasil duas vezes nesta temporada, na fase de classificação e na final da Liga das Nações de Vôlei (VNL), Gabi acredita que confiança e agressividade serão determinantes.
“Temos a chance de tentar fazer um jogo diferente do que foi na final da VNL,” disse Gabi. “A gente sabe que não vai ser fácil. Elas vêm jogando muito bem e o time continua imbatível, mas eu acredito muito no potencial do nosso time. O mais importante é a gente acreditar na nossa capacidade e na nossa agressividade. Vamos fazer uma semifinal diferente desta vez.”
Italianas defendem invencibilidade histórica
Líder do Ranking Mundial, a Itália é o time a ser batido no voleibol feminino internacional no momento e entrará em quadra defendendo uma invencibilidade histórica de 34 partidas, em série que foi iniciada após uma derrota para o Brasil na fase de classificação da VNL 2024 e rendeu dois títulos na competição e o ouro Olímpico nos Jogos de Paris, no ano passado.
Comandada pelo experiente Julio Velasco, a equipe europeia busca seu segundo título mundial depois de vencer pela primeira vez em 2002 e também soma cinco vitórias na Tailândia depois de passar por Eslováquia, Cuba e Bélgica na fase de grupos, Alemanha nas oitavas-de-final e Polônia nas quartas, perdendo apenas um set.
MVP dos Jogos de Paris, a oposta Paola Egonu é a terceira maior pontuadora do Mundial, com 96 pontos anotados – ela também é quinta no bloqueio, com 13 pontos, e em aces, com cinco. Outro pilar da equipe italiana, a líbero Monica De Gennaro é sexta na defesa, com 56.
Apesar do melhor momento italiano, o Brasil leva vantagem no retrospecto recente do confronto, tendo vencido seis dos últimos dez jogos, incluindo o das semifinais da última edição do Campeonato Mundial, em 2022.


