O Brasil foi ao pódio no Campeonato Mundial de Vôlei 2025 neste domingo, dia do feriado de Independência, depois de superar o Japão no tie-breaker em uma dramática disputa de terceiro lugar na Tailândia.
A seleção iniciou a partida no Huamark Indoor Stadium, em Bangkok, com força total e venceu os dois primeiros com facilidade, mas depois viu as japonesas reagirem e empatarem a partida. No tie-breaker, o time comandado pelo técnico José Roberto Guimarães conseguiu a diferença mínima de dois pontos e venceu por 3 a 2 (25-12, 25-17, 19-25, 27-29, 18-16), garantindo sua vaga no pódio.
Na final, que também foi a cinco sets, a Itália, que bateu o Brasil nas semifinais no sábado, derrotou a Turquia por 3 a 2 (25-23, 13-25, 26-24, 19-25, 15-8) e levou o título pela segunda vez na história.
Foi a sexta medalha conquistada pelo Brasil em 18 participações nas 20 edições já realizadas do Mundial. Agora, a equipe soma quatro pratas (1994, 2006, 2010 e 2022) e dois bronzes (2014 e 2025).
Na disputa pelo terceiro lugar, o Brasil repetiu a escalação utilizada no dia anterior nas semifinais contra a Itália, tendo a levantadora Roberta, a oposta Rosamaria, as ponteiras Gabi e Júlia Bergmann, as centrais Diana e Júlia Kudiess e a líbero Marcelle como titulares.
Saíram do banco durante o confronto a levantadora Macris, a oposta Kisy e a ponteira Helena.
Menos de 24 horas depois de marcar 29 pontos contra as italianas, a capitã Gabi foi ainda mais produtiva contra as japonesas, liderando a vitória brasileira com 35 pontos (33 ataques, um bloqueio e um ace).
“Merecíamos muito,” Gabi resumiu. “Não podíamos sair sem o pódio, sem uma medalha. Esse era o meu sentimento durante toda a partida, e eu conseguia sentir no olho das meninas o quanto elas queriam. O meu orgulho vem exatamente do crescimento que tivemos, mas principalmente por conseguirmos virar a chave. Depois de perdermos um tie-breaker para a Itália, jogar outro era difícil. Mas lutamos umas pelas outras. Conseguimos jogar nos momentos de dificuldade, e nosso time tem, sim, cabeça para isso.”
Júlia Bergman foi a segunda maior pontuadora do Brasil com 13 pontos (12 ataques e um bloqueio), seguida por Rosamaria, que marcou 11, com oito ataques e três bloqueios. Júlia Kudiess (10), Diana (9), Kisy (6) e Roberta (4) também pontuaram na vitória brasileira.
Menos de 24 horas depois de marcar 29 pontos contra as italianas, a capitã Gabi foi ainda mais produtiva contra as japonesas, liderando a vitória brasileira com 35 pontos (33 ataques, um bloqueio e um ace).
“Merecíamos muito,” Gabi resumiu. “Não podíamos sair sem o pódio, sem uma medalha. Esse era o meu sentimento durante toda a partida, e eu conseguia sentir no olho das meninas o quanto elas queriam. O meu orgulho vem exatamente do crescimento que tivemos, mas principalmente por conseguirmos virar a chave. Depois de perdermos um tie-breaker para a Itália, jogar outro era difícil. Mas lutamos umas pelas outras. Conseguimos jogar nos momentos de dificuldade, e nosso time tem, sim, cabeça para isso.”
Júlia Bergman foi a segunda maior pontuadora do Brasil com 13 pontos (12 ataques e um bloqueio), seguida por Rosamaria, que marcou 11, com oito ataques e três bloqueios. Júlia Kudiess (10), Diana (9), Kisy (6) e Roberta (4) também pontuaram na vitória brasileira.
Também foram escolhidas a levantadora italiana Alessia Orro, que também levou o troféu de MVP, a oposta turca Melissa Vargas, a ponteira japonesa Mayu Ishikawa, a central italiana Anna Danesi, a central turca Eda Erdem e a líbero italiana Monica De Gennaro.


